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Os meios de comunicação estão revolucionando as relações sociais, os hábitos cotidianos e os costumes das pessoas. Com a massificação das novas tecnologias da informação, a exemplo do celular, da internet, também está revolucionando as ideias sobre vigilância e controle das pessoas, em que a sociedade passa a ser um “Big Brother”.
OLIVEIRA, L. F. de.; COSTA, R. C. R. da. Sociologia para jovens no século XXI. 3.ed. – Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2013, p. 255.
Considerando os tempos atuais, marcados pelo avanço de novas tecnologias de comunicação, é correto afirmar que a expressão Big Brother, utilizada no trecho acima,
Acerca de cidadania e de direitos humanos, julgue o item que se segue.
Os elementos caracterizadores da cidadania são, atualmente, os
direitos políticos, os sociais e os civis.
A democracia moderna resulta da articulação de duas tradições distintas. De um lado, a tradição liberal, constituída pela ênfase no governo das leis (rule of law), defesa dos direitos humanos e respeito à liberdade individual; de outro, a tradição fundada nas noções de igualdade, equidade e soberania popular.
Do ponto de vista da lógica que rege o funcionamento dessas duas tradições, e não de seus atributos substantivos, a relação entre elas é:
Paul Singer buscou, nas suas análises, observar a influência dos elementos estruturais para a formação e desenvolvimento das cidades, segundo ele “a migração interna é um processo social, deve-se supor que ele tenha causas estruturais que impelem determinados grupos a se pôr em movimento.” (1998, p. 52). O autor acrescenta que “quase sempre as causas são econômicas e tem como motor”:
Ao refletir a globalização e os impacto das políticas neoliberais sobre os indivíduos, Loïc Wacquant (1999) propõe um pensamento crítico acerca das desigualdades. Para ele, o Estado contemporâneo tenta mascar sua incapacidade de prover políticas públicas e, ao não as prover, transfere para os indivíduos todas as responsabilidades, ou seja, de uma etapa de investimento em políticas de bem-estar social passa-se para uma etapa de políticas de penalização da pobreza. Essa transição, Wacquant chama de: