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Os movimentos migratórios existentes no Brasil, a partir de 2001, mostram que 41% dos habitantes do país não eram naturais do município de residência e cerca de 16% deles não eram procedentes da Unidade Federativa em que moravam.
Considerando a realidade exposta, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, motivos que estimularam fluxos migratórios nesse período.
“COMO É A VIDA NO MAIOR CAMPO DE REFUGIADOS DA FRANÇA”
“A vida no maior campo de refugiados da França é cinza. Localizado na cidade de Calais, no noroeste da França, de clima nublado, chuvoso e sujeito a temperaturas negativas durante o inverno, o local ganhou o apelido de “Jungle” (selva, em inglês) e, hoje, abriga cerca de 4 mil pessoas. Refugiados e imigrantes vindos de países como Síria, Afeganistão, Eritreia e Marrocos vivem ali em tendas no meio da lama desde o ano passado. Eles aguardam uma chance de cruzar o Canal da Mancha; Calais abriga a entrada do Eurotúnel, principal ponto de acesso não-aéreo à Grã-Bretanha. A precariedade do cenário, o primeiro campo do tipo na França desde a Segunda Guerra, remonta a campos de refugiados de países pobres e distantes, como o Haiti ou Congo.”(...)Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160220_campo_refugiados_calais_franca_cm_rb (acesso em 19/03/2016)
A matéria, acima, revela uma nova e terrível diáspora nos tempos atuais. As reações das nações europeias frente à onda de refugiados
são bastante contraditórias. Do ponto de vista político e social, verifica-se uma onda crescente de partidos de extrema direita. Parte das
razões que explica os deslocamentos de populações do norte da África e do Oriente Médio para a Europa se deve:
Ao longo do século XIX, a presença de imigrantes estrangeiros, sobretudo europeus não‐ibéricos, e de seus numerosos descendentes, consolida o povoamento da Região Sul e define seus traços sociais e culturais.
Sobre o povoamento da Região Sul no século XIX, assinale a afirmativa incorreta.
Leia o texto a seguir.
Quase 85 mil pessoas chegaram à Itália, que afirmou na semana passada estar sobrecarregada, e pediu ajuda de outros países europeus.
Quase 85 mil chegaram às costas italianas, 9.300 na Grécia e 6.300 desembarcaram na Espanha. No total, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) calcula em 101.210 o número de chegadas [...].
No mesmo período de 2016 - entre 1 de janeiro e 3 de julho - o número de chegadas à Europa foi duas vezes superior (231.503). A diferença este ano é que quase 85% dos migrantes desembarcaram na Itália, enquanto em 2016 a maioria chegou à Grécia. Na semana passada, a Itália ameaçou nesta impedir a entrada em seus portos de navios com bandeira estrangeira que transportam migrantes resgatados no Mediterrâneo.
O tema "não pode ser visto como um problema somente para a Itália, e sim como uma questão de toda a Europa", disse o diretor geral da OIM. A Guarda Costeira italiana, que coordena as operações de resgate no Mediterrâneo, explicou que inúmeros barcos estrangeiros, vários deles fretados por organizações não governamentais, participam destas operações.
Os migrantes são transportados a portos italianos, de onde costumam ser divididos nos vários centros de acolhida da península, que estão saturados. Dos 3.000 migrantes que morreram em todo o planeta desde o início do ano, mais de 2.200 perderam a vida quando tentavam chegar à Europa.
Disponível em: <http://g1.globo.com/mundo/noticia/mais-de-100-mil-migrantes-erefugia.ghtml>
O processo de migração em massa da população do campo para cidade, também conhecido como êxodo rural, é motivado por elementos associados a dinâmicas socioespaciais. Esse movimento foi responsável pela aceleração do processo de urbanização.
Os dois fatores que provocaram o êxodo rural no Brasil são: