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457941201871308
Ano: 2024Banca: UNIVALIOrganização: Prefeitura de Luiz Alves - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários | Concretismo | Modernismo Brasileiro
Clarice Lispector foi uma escritora brasileira amplamente reconhecida por sua prosa introspectiva e pelo mergulho psicológico de seus personagens, frequentemente explorando questões existenciais e subjetivas. Sua obra destaca-se pela originalidade e pela linguagem inovadora, que reflete aspectos da vida interior e da complexidade humana.


Assinale a alternativa que indica o período literário ao qual Clarice Lispector pertence:
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2

457941200464460
Ano: 2017Banca: UFRGSOrganização: UFRGSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Realismo Literário
Assinale a alternativa correta sobre o romance A noite das mulheres cantoras, de Lídia Jorge.
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3

457941200231474
Ano: 2016Banca: FCCOrganização: SEDU-ESDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Simbolismo Literário

Lembro-me de que em 1891 formou-se um grupo de rapazes em torno da Folha Popular. Foi aí que os novos, tomando por insígnia um fauno, tentaram as suas primeiras exibições. A esse grupo prendiam-se por motivo de conveniência e por aproximação de idade Bernardino Lopes (B. Lopes), Perneta (Emiliano, que era o secretário da redação), Oscar Rosas e Cruz e Sousa. Tais rapazes, principalmente o primeiro, não eram desconhecidos.

(Adaptado de: ARARIPE JÚNIOR, T. A. Literatura Brasileira − Movimento de 1893 − O crepúsculo dos povos. In: MURICY, A. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1952)

O relato refere-se ao início do movimento

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4

457941201098853
Ano: 2021Banca: OMNIOrganização: Prefeitura de Piratuba - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Realismo Literário | Movimentos Literários
Foi considerado o primeiro romance realista da literatura brasileira
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5

457941200604000
Ano: 2025Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Marau - RSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários
Assinale a alternativa que NÃO indica um autor que tenha produzido romances, na década de 1930, de cunho regionalista, focados na realidade social e política do Nordeste brasileiro. 
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6

457941201435372
Ano: 2022Banca: FCCOrganização: SEDU-ESDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Realismo Literário
As protagonistas de grandes romances do nosso século XIX diferenciam-se muito por conta das diferentes formas e visões de mundo acionadas por seus criadores. Assim é que a personagem Capitu, do romance D. Casmurro, diferentemente da Aurélia, de Senhora, 
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7

457941200763097
Ano: 2024Banca: FACET ConcursosOrganização: Prefeitura de Princesa Isabel - PBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Naturalismo Literário | Movimentos Literários
Texto associado

O texto adiante servirá de base para as próxima questão. 



“O Cortiço é o romance em que Aluísio revela, de modo superior e inconfundível, dotes de pintor de agrupamentos humanos. Diante de nós, como o título indica, abre-se um estupendo microcosmos, a “cloaca social”, de que fala Vítor Hugo em Nossa Senhora de Paris e dela irrompe uma fauna asquerosa e vil, de répteis desvairados. Especialista em retratar almas malogradas, Aluísio passa em revista um bando de criaturas desesperançadas, atiradas à vida como enxurro, sem norte e sem futuro. Esmagadas pela fatalidade do meio e pelas taras hereditárias, entregues a uma luta fratricida pela sobrevivência, onde não há vencedores nem vencidos, vão-se rebaixando até a derradeira miséria física e moral.

    E como se descesse na escala social seguindo a ordem da trilogia, o romancista pesquisa os confins do mundo suburbano, dos “humilhados e ofendidos”: em O mulato, era a burguesia maranhense a classe focalizada; em Casa de Pensão, a classe média inferior, vizinha do proletariado; e agora é o universo fechado de uma habitação coletiva, paredes meias com o prostíbulo e o hospital, povoada, em promiscuidade viciosa, de seres marginalizados pela cor, a falta de dinheiro ou a desgraça. Ou porque identificados desde a origem, ou por cederem ao ambiente, afogam-se na ignomínia a que os reduziu a marginalidade.

    Contrastam com esse pano de fundo miserável dois representantes da classe burguesa, o vendeiro João Romão e o Miranda, “negociante português [tanto quanto o outro], estabelecido na rua do Hospício com uma loja de fazendas por atacado.” O contraponto das duas camadas sociais conduz o romance, numa interação dialética; os conflitos dos moradores do cortiço estão condicionados, na maior parte, ao fato de serem explorados pelo homem que possui dinheiro e, portanto, as casas de aluguel: João Romão. Defrontamse, assim, duas classes, movidas pelo ódio e pela ganância: é o homo lúpus hominis, em que o Deus dinheiro mais uma vez fornece a tábua de referência. Atrofiada a consciência moral pelo aviltamento (no caso dos moradores), e pela cupidez doentia de João Romão:

Desde que a febre de possuir se apoderou dele totalmente, todos os seus atos, todos, fosse o mais simples, visavam a um interesse pecuniário. Só tinha uma preocupação: aumentar os bens. Das suas hortas recolhia para si e para a companheira os piores legumes, aqueles que, por maus, ninguém compraria; as suas galinhas produziam muito e ele não comia um ovo, do que, no entanto, gostava imenso; vendiam-se todos e contentava-se com o resto das comidas dos trabalhadores. Aquilo já não era ambição, era uma moléstia nervosa, uma loucura, um desespero de acumular, de reduzir tudo a moeda.

o entredevoramento antropofágico torna-se lei. Devoração social. Exploração dos infelizes e humildes. Grito surdo e subterrâneo. Aluísio não toma partido (ao menos ostensivamente); descreve, analisa com a frieza do cirurgião que extirpa tumores malignos. À semelhança dos romancistas naturalistas em geral, parece encolher os ombros ante a evidência de que João Romão abusa impunemente dos moradores do cortiço. Determinismo. Mas um determinismo que não ousa declarar-se politicamente: a tese defendida por Aluísio move-se em território estético, ou científico, embora implique uma visão engajada do problema social. Sua patente predileção pelos humildes, talvez influência de Zola, não o arrastou a supor, idealisticamente, soluções utópicas para o impasse social. Detém-se na análise dos dramas coletivos, centrados na exploração do homem pelo homem, mas não aventura uma fórmula de resolvê-los, aliás como pedia o decálogo naturalista, de base positiva, científica e socialista.”


MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira. Cultrix, São Paulo: 2001. (p. 38-40)

O texto alude a algumas características das obras de Aluísio Azevedo, em especial O Cortiço e O mulato e Casa de Pensão, abordando traços inerentes ao Naturalismo. O personagem João Romão tem um papel central no enredo da fabulação romanesca de O Cortiço, e o seu perfil se enquadra nos postulados estéticos e ideológicos propostos pelo Naturalismo.

As alternativas a seguir pretendem trazer alguns pontos dessa proposta estética e ideológica, que se traduziram nas ações do personagem João Romão no romance supramencionado. No entanto uma das alternativas contém um ponto que NÃO CONDIZ com o Naturalismo. Identifique-a:
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8

457941201167843
Ano: 2023Banca: FGVOrganização: Câmara dos DeputadosDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro

A segunda geração modernista introduziu em nossa literatura um tipo de romance, que se tornou conhecido sobretudo pelas obras de Clarice Lispector.


Esse novo romance é o: 

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9

457941200474875
Ano: 2021Banca: AGIRHOrganização: Prefeitura de Roseira - SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Naturalismo Literário | Movimentos Literários
“O Cortiço” do autor Aloísio de Azevedo, um clássico da literatura brasileira, é visto como a obra do:
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10

457941201781610
Ano: 2011Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Mario de Andrade assumiu uma perfeita “atitude antropofágica” sem estar completamente integrado no movimento de Oswald de Andrade. Encontrando a antropofagia na mitologia do índio, acolhe-a no romance, dá-lhe função simbólica, mas não a transforma na razão norteadora. A diferença básica e mais importante entre o livro e o filme é, portanto, que o canibalismo é a “razão norteadora” do filme, não, porém, do livro. Seria mais preciso dizer que o filme é Mário de Andrade e Oswald de Andrade “revistos” por Joaquim Pedro de Andrade à luz da situação sócio-econômica e política enfrentada pelo Brasil nos anos 60.

JOHNSON. R. Cinema e literatura. Macunaíma: do modernismo na literatura ao cinema novo. São Paulo: T.A.Queiroz, 1987 (adaptado).


Com base no fragmento acima do crítico de cinema Randal Johnson sobre o filme Macunaíma, NÃO é verdadeiro afirmar:
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