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457941200831018
Ano: 2014Banca: FGVOrganização: Prefeitura de Osasco - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado
PARA REDUZIR RISCOS É PRECISO TER CONTROLE

Para reduzir riscos dentro das empresas e diminuir possíveis problemas com as fiscalizações, as Micro e Pequenas Empresas devem implementar controle de suas atividades administrativas e financeiras, as mais rígidas possíveis: 


1. Organize sua empresa, um nível de organização deve ser mantido dentro da empresa, isso implica em definição clara de cada função e tarefas executadas, controle de estoque e caixa com boletins e relatórios diários e prestações de contas por parte dos responsáveis por esses setores, regras;

2. Controle das senhas, todas as senhas devem ser trocadas no mínimo a cada três meses;

3. Segregar funções, quem controla as contas a pagar ou receber não pode ser responsável por pagamentos / recebimentos;

4. Conferência de Saldos, os saldos bancários e de caixa devem ser conferidos e conciliados diariamente;

5. Motivação, checar periodicamente o índice de satisfação de seus funcionários;

6. Conferência de estoque, efetuar contagem do estoque periodicamente analisando possíveis divergências;

7. Análise nas Despesas, mensalmente analise todas as despesas dando ênfase àquelas com maior oscilação no período;

8. Análise das Compras, realize comparações entre os valores dos produtos adquiridos, pelo setor de compras, com o valor de mercado, verificando a coerência;

9. Confira periodicamente como estão as Certidões Negativas perante os principais órgãos fiscalizadores, esse procedimento evita surpresa;

10. Os pagamentos das Guias de recolhimento de impostos, taxas e contribuições devem ser feitas pela própria empresa, nunca deixe para serem pagos pelos responsáveis pela contabilidade, essa é uma atribuição da empresa. 

“As Micro e Pequenas Empresas devem implementar controle de suas atividades administrativas e financeiras, as mais rígidas possíveis”.

O segmento sublinhado também estaria corretamente redigido da seguinte forma:

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2

457941200049351
Ano: 2025Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: TRF - 6ª REGIÃODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado
        De acordo com o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, a prática do discurso de ódio se caracteriza como um tipo de comunicação falada, escrita ou comportamental que ataca ou utiliza linguagem pejorativa ou discriminatória em referência a uma pessoa ou grupo, com base em fatores de identidade, como religião, etnia, gênero, entre outros. Diferentemente da desinformação (prática não intencional de compartilhamento de informações imprecisas), ou da distribuição intencional de informações falsas com o intuito de provocar dano, o discurso de ódio se expressa de forma violenta contra grupos delimitados.

        O discurso de ódio online pode ser reproduzido em diferentes formatos, mas geralmente contém características típicas do meio digital, como o anonimato do(a) autor(a), o alcance expandido do ataque, a instantaneidade da mensagem e a formação de comunidades em torno do discurso.

Eduardo Georjão Fernandes e Valentina Fonseca da Luz.
O papel das políticas públicas no combate ao discurso de ódio na Internet.
Internet:<agenciagov.ebc.com.br> (com adaptações).

Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue.


Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, o trecho “De acordo com o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, a prática do discurso de ódio se caracteriza como um tipo de comunicação falada, escrita ou comportamental” (primeiro parágrafo) poderia ser reescrito da seguinte forma: Segundo o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, caracteriza-se essa prática como um tipo de comunicação (falada, escrita ou comportamental).

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3

457941201285481
Ano: 2013Banca: VUNESPOrganização: PC-SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual
Assinale a alternativa em que a frase está reescrita corretamente, em conformidade com a norma-padrão da língua.

Encontram-se na praia, todos os anos, centenas de crianças perdidas da família.

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4

457941200324344
Ano: 2016Banca: COTECOrganização: Prefeitura de Curral de Dentro - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Sintaxe | Concordância Verbal e Nominal | Análise Textual | Reescrita Textual
Texto associado

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto abaixo para responder às questões que se seguem.


O PODER DA ALEGRIA


1 undefined As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as

irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os

passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes

de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape. Feliz, acomodava-se na

5 palha macia destinada às crianças enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados

com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era

um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é

inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de

celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas

10 Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias

preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana

proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se

abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.

undefined Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição

15 natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas,

nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda

para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos

costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o

que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?

20 undefined A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma

categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante

destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por

muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque

a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto,

25 o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão

estão relacionados à má alimentação e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a

alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em

parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).

undefined Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a

30 alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais

alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados

emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.

“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as

experiências cotidianas e reagem a elas. Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem

35 mais chances de encarar situações com um senso de temor, enquanto alguém predisposto à confiança

encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche

em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.

undefined Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com

uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma

40 pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em

contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]


(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples. p. 44, maio de 2016. Adaptado.)

“Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância?” (Linha 14) Tendo em vista esse trecho, é CORRETO afirmar que:

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5

457941200635639
Ano: 2019Banca: FCCOrganização: Prefeitura de São José do Rio Preto - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado
Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
    No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
    São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In:SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Uma expressão do texto está corretamente reescrita e com o sentido preservado em:
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6

457941200907050
Ano: 2025Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: PC-DFDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado

Texto CB1A1 


        O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA). 


        Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”. 


        No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.


        Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.


        Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.


        Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.


Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1. 


Estariam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto caso o trecho “incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea” (terceiro parágrafo) fosse assim reescrito: incorporar a tecnologia a uma concepção fundamentalmente errônea. 

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7

457941202067885
Ano: 2022Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Presidente Prudente - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Reescrita Textual | Análise Textual
Texto associado

Leia o texto, para responder à questão. 



      Malandro, preguiçoso, astuto e dado a ser fanfarrão: eis a figura do Arlequim. Sedutor, ele tenta roubar a namorada do Pierrot, a Colombina.


      Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.


      Toda escola tem arlequim entre alunos e professores. Todo escritório tem o grande “clown”. Há, ao menos, um tio arlequinal por família. Pense: virá a sua cabeça aquele homem ou mulher sempre divertido, apto a explorar as contradições do sistema a seu favor e, por fim, repleto de piadas maliciosas e ligeiramente canalhas. São sempre ricos em gestos de mímica, grandes contadores de causos e, a rigor, personagens permanentes. Importante: o divertido encenador de pantomimas necessita do palco compartilhado com algum Pierrot. Sem a figura triste do último, inexiste a alegria do primeiro. Em toda cena doméstica, ocorrem diálogos de personagens polarizadas, isso faz parte da dinâmica da peça mais clássica que você vive toda semana: “almoço em família”. 


      O Arlequim é engraçado porque tem a liberdade que o mal confere a quem não sofre com as algemas do decoro. Aqui vem uma maldade extra: ele nos perdoa dos nossos males por ser, publicamente, pior do que todos nós. Na prática, ele nos autoriza a pensar mal, ironizar, fofocar e a vestir todas as carapuças passivo-agressivas porque o faz sem culpa. O Arlequim é um lugar quentinho para aninhar os ódios e dores que eu carrego, envergonhado. Funciona como uma transferência de culpa que absolve meus pecadilhos por ser um réu confesso da arte de humilhar.


      Você aprendeu na infância que é feio rir dos outros quando caem e que devemos evitar falar dos defeitos alheios. A boa educação dialogou de forma complexa com nossa sedução pela dor alheia. O que explicaria o trânsito lento para contemplar um acidente, o consumo de notícias de escândalos de famosos e os risos com “videocassetadas”? Nossos pequenos monstrinhos interiores, reprimidos duramente pelos bons costumes da aparência social, podem receber ligeira alforria em casos de desgraça alheia e da presença de um “arlequim”. Os seres do mal saem, riem, alegram-se com a dor alheia, acompanham a piada e a humilhação que não seria permitida a eles pelo hospedeiro e, tranquilos, voltam a dormir na alma de cada um até a próxima chamada externa.


      Olhar a perversidade do Arlequim é um desafio. A mirada frontal e direta tem um pouco do poder paralisante de uma Medusa. Ali está quem eu abomino e, ali, estou eu, meu inimigo e meu clone, o que eu temo e aquilo que atrai meu desejo. Ser alguém “do bem” é conseguir lidar com nossos próprios demônios como única chance de mantê-los sob controle. Quando não consigo, há uma chance de eu apoiar todo Arlequim externo para diminuir o peso dos meus.


      O autoconhecimento esvazia o humor agressivo dos outros. Esta é minha esperança.


(Leandro Karnal, A sedução do Arlequim. O Estado de S.Paulo, 26.12.2021. Adaptado)

Para responder à questão, considere a seguinte passagem.


Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.


O trecho em destaque na passagem pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por
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8

457941200002078
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: BANESEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual | Estrutura Textual | Semântica Contextual
Texto associado

    O primeiro caso de coronavírus foi confirmado no Brasil em 26 de fevereiro de 2020. Sendo o Brasil um dos países mais desiguais do mundo, era esperado que a pandemia acentuaria ainda mais as desigualdades sociais no país e causaria danos irremediáveis.

    Com isso, o terceiro setor precisou apresentar uma resposta imediata. Já no dia 8 de abril de 2020, as doações para enfrentar a pandemia ultrapassaram a marca histórica de R$ 1 bilhão. O recorde foi registrado pelo Monitor das Doações da Covid-19, ferramenta criada pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR). O setor da saúde foi o que recebeu o maior volume de doações.

    “A pandemia proporcionou uma mobilização que se deu pela população de diversas formas, desde doações de empresas até campanhas de financiamento. Grande parte das doações foram destinadas a hospitais, pesquisas científicas, compra de equipamentos e também à assistência social de famílias de baixa renda”, conta Márcia Woods, presidente do conselho da ABCR.

    De acordo com Woods, as doações tomaram diferentes arranjos. No entanto, apesar da grande mobilização, nem todas as causas sociais foram favorecidas. A causa da educação, por exemplo, sofreu impactos, pois todas as escolas tiveram que fechar as portas. Outra área muito afetada foi a da cultura, já que as pessoas não puderam assistir aos espetáculos pessoalmente.

Internet:<observatorio3setor.org.br>(com adaptações).

Julgue o item seguinte considerando as ideias e as construções linguísticas do texto apresentado.


Seriam mantidos a correção gramatical e o sentido original do texto caso, no segundo período do primeiro parágrafo, o termo “Sendo” fosse substituído por Por ser.

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9

457941200091845
Ano: 2013Banca: Prefeitura do Rio de Janeiro - RJOrganização: Prefeitura de Rio de Janeiro - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual | Estrutura Textual
Texto associado

TEXTO: Ecologia integral


      A ecologia integral parte de uma nova visão da Terra. É a visão inaugurada pelos astronautas a partir dos anos 60 quando se lançaram os primeiros foguetes tripulados. Eles veem a Terra de fora da Terra. De lá, de sua nave espacial ou da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano.

      Daquela perspectiva, Terra e seres humanos emergem como uma única entidade. O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera. A Terra emerge como o terceiro planeta de um Sol que é apenas um entre 100 bilhões de outros de nossa galáxia, que, por sua vez, é uma entre 100 bilhões de outras do universo, universo que, possivelmente, é apenas um entre outros milhões paralelos e diversos do nosso. E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora. Caso contrário não estaríamos aqui. Os cosmólogos, vindos da astrofísica, da física quântica, da biologia molecular, numa palavra, das ciências da Terra, nos advertem de que o inteiro universo se encontra em cosmogênese. Isto significa: ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando um sistema aberto, sempre capaz de novas aquisições e novas expressões. Portanto ninguém está pronto. Por isso, temos que ter paciência com o processo global, uns com os outros e também conosco mesmo, pois nós, humanos, estamos igualmente em processo de antropogênese, de constituição e de nascimento.

      Três grandes emergências ocorrem na cosmogênese e antropogênese: (1) a complexidade/diferenciação, (2) a auto-organização/consciência e (3) a religação/ relação de tudo com tudo. A partir de seu primeiro momento, após o Big-Bang, a evolução está criando mais e mais seres diferentes e complexos (1). Quanto mais complexos mais se auto-organizam, mais mostram interioridade e possuem mais e mais níveis de consciência (2) até chegarem à consciência reflexa no ser humano. O universo, pois, como um todo possui uma profundidade espiritual. Para estar no ser humano, o espírito estava antes no universo. Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização. E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona e se religa (3) com todas as coisas, fazendo com que o universo seja realmente uni-verso, uma totalidade orgânica, dinâmica, diversa, tensa e harmônica, um cosmos e não um caos.

      As quatro interações existentes, a gravitacional, a eletromagnética e a nuclear fraca e forte constituem os princípios diretores do universo, de todos os seres, também dos seres humanos. A galáxia mais distante se encontra sob a ação destas quatro energias primordiais, bem como a formiga que caminha sobre minha mesa e os neurônios do cérebro humano com os quais faço estas reflexões. Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico, aberto, passando pelo caos que é sempre generativo, pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo, desembocando numa ordem rica de novas potencialidades.

Leonardo Boff - adaptado http://leonardoboff.com/site/lboff.htm - acesso em 09/04/2013

“Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico [...], pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo.” – 4º parágrafo. Ao reescrever esse trecho, com alterações sintáticas e semânticas, forma-se a seguinte frase correta e coerente:
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457941200217392
Ano: 2022Banca: FGVOrganização: MPE-SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Preposições | Reescrita Textual | Morfologia
Todas as frases abaixo são iniciadas por um termo preposicionado; a forma adequada de reescrever uma dessas frases, eliminando a preposição e mantendo o sentido original, é:
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