A utilização de ferramentas CASE para modelagem de dados é muito importante para a qualidade do modelo, bem como para garantir uma documentação atualizada e maior facilidade de manutenção de sistemas em produção. Existem no mercado várias ferramentas CASE para este propósito, entre comerciais e gratuitas como as citadas abaixo:
I. É uma ferramenta gratuita e de código aberto para modelagem de dados que trabalha com o modelo lógico, desenvolvida pela fabFORCE sob a licença GNU GPL. É um software multiplataforma (Windows e Linux) implementado em Delphi/Kylix. Além de permitir a modelagem, criação e manutenção de bancos de dados, esta ferramenta possibilita também a engenharia reversa, gerando o modelo de dados a partir de um banco existente, e ainda possibilita o sincronismo entre o modelo e o banco. Foi construída originalmente para oferecer suporte ao MySQL, porém também suporta outros SGBDs como Oracle, SQL Server, SQLite e outros que permitam acesso via ODBC.
II. É uma ferramenta desenvolvida pela empresa Popkin Software. Tem a vantagem de ser uma ferramenta flexível para a empresa que trabalha com a Análise Estruturada de Sistemas. Tem como característica importante o fato de ser uma ferramenta workgroup, ou seja, é possível compartilhar um mesmo projeto entre diversos analistas de desenvolvimento. Em um único repositório são colocadas todas as informações do projeto. Os projetos podem ser agrupados por sistemas e subsistemas; existe uma enciclopédia do SA correspondente a cada um deles. Essas enciclopédias ficam armazenadas na rede de acordo com as áreas de trabalho dos analistas.
III. É uma ferramenta CASE para modelagem de dados relacional e dimensional, que permite a construção de modelos de dados lógicos e modelos de dados físicos, comercializada pela CA (Computer Associates). Permite ao usuário trabalhar com três tipos de modelos de dados: somente lógico (Logical Only), somente físico (Physical Only) ou lógico e físico (Logical/Physical). Antes da versão 4, todo modelo de dados tinha, obrigatoriamente, o modelo lógico e o modelo físico juntos, ou seja, o modelo sempre era do tipo Logical/Physical. Em versão recente, foi incluído o recurso de derivação de modelos que permite gerar um modelo de dados a partir de outro. Também oferece o recurso de sincronização entre os modelos de dados (Sync with Model Source).
As ferramentas CASE I, II e III são, respectivamente:
Um processo de desenvolvimento de software
pode ser visto como um conjunto de fases
organizadas, usadas para definir, desenvolver, testar
e manter um software. Existem diversos processos,
cabendo destacar que há algumas fases básicas
comuns à grande parte dos existentes. Em uma
dessas fases, o sistema é codificado a partir da
descrição computacional da fase de projeto em uma
outra linguagem, onde se torna possível a compilação
e geração do código - executável para o
desenvolvimento software. Em um processo de
desenvolvimento orientado a objetos, essa etapa
ocorre definindo as classes de objetos do sistema em
questão, fazendo uso das linguagens de
programação. Pode-se também utilizar ferramentas
de software e bibliotecas de classes preexistentes
para agilizar a atividade, como também o uso de
ferramentas CASE, que dinamizam o processo de
desenvolvimento, nas várias atividades, onde inclui-se geração de código-fonte e documentação.
Ferramentas CASE (Computer-Aided Software
Engineering) são amplamente utilizadas no
desenvolvimento de sistemas de bancos de dados para
auxiliar na modelagem, projeto e implementação. Essas
ferramentas ajudam a automatizar várias etapas do
processo de desenvolvimento. Com base nisso, qual das
alternativas abaixo descreve corretamente uma das
principais funcionalidades das ferramentas CASE?
Uma ferramenta CASE é um aplicativo que auxilia os pro?ssionais envolvidos na tarefa de produzir sistemas. Assinale a opção que apresenta três categorias de ferramentas CASE.
São programas que auxiliam no ciclo de desenvolvimento de um sistema, incluindo as fases de análise, testes e desenvolvimento e apoiam os processos de software. Oferecem um conjunto de serviços para apoiar uma ou mais atividades do processo de desenvolvimento de software. Podem ser divididas em tipos que: apoiam da análise até a geração do código; automatizam uma fase do desenvolvimento ou auxiliam numa etapa do projeto, como modelagem de dados e testes; e seguem uma metodologia específica como os métodos ágeis. Esta definição se refere à ferramenta
A construção de um software começa com seu projeto, fase em que são definidas sua arquitetura, suas estruturas (programas e dados) e a escola da metodologia a ser adotada. Com base nessa informação, julgue o item seguinte.
O uso de ferramentas CASE (Computer‑Aided Software
Engineering) facilita a automatização de tarefas
repetitivas no desenvolvimento de software, como a
geração de código e a verificação de requisitos, além
de auxiliar na documentação visual dos diagramas e
dos modelos de design.
Ferramentas CASE (computer-aided software engineering) são softwares utilizados para apoiar as atividades do processo de software, como, por exemplo, engenharia de requisitos, projeto, teste etc. Julgue o item seguinte , acerca dessas ferramentas.
Compiladores e processadores são exemplos de ferramentas CASE de gerenciamento de configuração.
Pode-se classificar as ferramentas CASE para
suporte a programação, controle de versão, edição
e assim por diante. Assinale a única alternativa que
esteja tecnicamente incorreta quanto ao software ser
classificado como uma ferramenta CASE.
Para responder a esta questão, sobre ferramentas CASE, leia cuidadosamente as afirmações a seguir.
I. Uma ferramenta CASE é um produto computacional que suporta uma, e somente uma, atividade do processo de software. A introdução dessas ferramentas visa a melhorar a qualidade do software e aumentar a produtividade do seu processo de produção.
II. As ferramentas CASE Verticais oferecem serviços utilizados durante todo o processo de software, tais como suporte à documentação e gerenciamento de versões e configurações.
III. As ferramentas CASE Florizontais são utilizadas em fases específicas do processo de software, tais como análise de requisitos e teste de software.