O fluxo de informação científica é geralmente representado
por meio de um modelo. O mais famoso foi desenvolvido na
década de 1970 por Garvey e Griffth. Com base neste modelo, são apresentadas na literatura duas classificações de
canais de informação:
Em fluxos de informação, nos quais o bibliotecário identifica a ocorrência de velocidade dos dados, ou da quantidade de
informação, na medição dessa velocidade referente a um dado, é possível inferir que a velocidade é medida por unidade de.
Na ciência da informação o conhecimento que permite compreender por que as pessoas se envolvem num processo
de busca de informação é denominado necessidade de:
Fugino (2007), ao analisar os produtos e serviços de informação na sociedade do
conhecimento, afirma que se torna urgente mudar a perspectiva dos serviços de
informação ainda presos aos processos de armazenamento, para centrarem seus
esforços
Ao conjunto de operações que envolvem a coleta, o tratamento e
a difusão da informação de materiais impressos e não
convencionais denomina-se cadeia documental ou