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Max Weber nasceu na Alemanha, em uma família protestante. Juntamente com Émile Durkheim e Karl Marx, Weber é considerado um dos fundadores desta ciência social. Os três pensadores continuam sendo utilizados como referenciais por muitos autores da sociologia contemporânea. Sobre os autores citados, podemos afirmar que:
I. Weber se preocupa com a explicação objetiva dos fenômenos sociais, ressaltando a possibilidade da neutralidade sociológica em todas as etapas dos estudos a serem realizados.
II. Podemos notar uma postura crítica dos três autores clássicos da Sociologia ao longo de suas obras. Karl Marx desenvolveu o conceito de fetichismo da mercadoria para a compreensão crítica da sociedade capitalista, Max Weber a racionalização e burocratização, e Émile Dukheim o conceito de anomia.
III. Para Weber, a ação social aparece como elemento central de análise para a compreensão do mundo histórico-social. Para Durkheim, a regra fundamental é que os fatos sociais devem ser objetivados como coisas. Em Marx, o fundamental é entender a relação dinâmica entre os elementos contraditórios da realidade histórica.
IV. A questão nuclear com a qual se defrontam Weber e Durkheim, do mesmo modo, em boa parte de suas obras, diz respeito à busca da neutralidade das ciências sociais, bem como a tipificação da ação coletiva, a partir da ação individual desenvolvida por cada pessoa.
V. Os pensamentos de Weber e Marx se distanciam em perspectivas distintas no que diz respeito aos rumos da sociedade moderna. Se este último conclama os trabalhadores operários à união para superar as relações sociais alienadas e desiguais, o primeiro resigna-se diante da tendência sóciohistórica da racionalidade calculista que se desenvolve na sociedade moderna.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
Leia o fragmento a seguir.
“Nessa época – a época da burguesia – distingue-se, contudo, por ter simplificado os antagonismos de classe. A sociedade se divide cada vez mais em dois campos inimigos, em duas classes que se opõem frontalmente: burguesia e proletariado.”
(MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. O manifesto comunista. São Paulo: Paz e Terra, 2000. p. 10).
Produzidas no contexto da Revolução Industrial europeia do século XIX, as análises de Marx e Engels que previam o futuro acirramento do caráter revolucionário do proletariado mostraram- se desatualizadas no ambiente socioeconômico que surgiu nos países desenvolvidos a partir da segunda metade do século XX. A mudança sociológica que explica essa acomodação política do proletariado foi
" Quais são as ideias-chave da sociologia - aquelas que, mais do que quaisquer outras distinguem a sociologia em face das demais ciências sociais?" (NISBET, R: 2003; 18-9). A essa questão o grande sociólogo Robert Nisbet responde com cinco conceitos: "comunidade, autoridade, status, o sagrado, e a alienação" (idem, ibidem). Há de se notar que, para cada um desses conceitos, há um oposto correspondente , mas de igual importância. Nesse sentido, em oposição ao conceito de status, está o de:
A cerca da corrente teórica da sociologia denominada funcionalismo, julgue o item que se segue.
A formulação do conceito de estática social, por Auguste
Comte, exerceu uma das mais importantes influências na
posterior disseminação de noções funcionalistas.
A noção de cidade como “laboratório social”, com seus signos de desorganização, de marginalidade, de aculturação, de assimilação, e também como um lugar de mobilidade são os terrenos de observação privilegiados pela corrente de estudo chamada
A sociologia surgiu no final do século XIX, quando se tentava compreender a transição da sociedade tradicional para uma ordem social moderna. A respeito de aspectos relativos à sociologia como ciência, julgue o item que se segue.
Weber defendia que a sociologia contribui com
metodologias objetivas de estudo dos problemas de política
social e que caberia a ela, portanto, definir como o mundo
deveria ser, a partir de sua análise racional dos problemas
sociais.