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457941201748280
Ano: 2019Banca: FCCOrganização: SANASA CampinasDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Análise Textual | Emprego da Vírgula | Estrutura Textual

    De cedo, aprendi a subir ladeira e a pegar bonde andando. Posso dizer, com humildade orgulhosa, que tive morros e bondes no meu tempo de menino.

      Nossa pobreza não era envergonhada. Ainda não fora substituída pela miséria nos morros pobres, como o da Geada. Que tinha esse nome a propósito: lá pelos altos do Jaguaré, quando fazia muito frio, no morro costumava gear. Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão.

      Não há lembrança que me chegue sem os gostos. Será difícil esquecer, lá no morro, o gosto de fel de chá para os rins, chá de carqueja empurrado goela abaixo pelas mãos de minha bisavó Júlia. Havia pobreza, marcada. Mas se o chá de carqueja me descia brabo pela goela, como me é difícil esquecer o gosto bom do leite quente na caneca esmaltada estirada, amorosamente, também no morro da Geada, pelas mãos de minha avó Nair.

      A miséria não substituíra a pobreza. E lá no morro da Geada, além do futebol e do jogo de malha, a gente criava de um tudo. Havia galinha, cabrito, porco, marreco, passarinho, e a natureza criava rolinha, corruíra, papa-capim, andorinha, quanto. Tudo ali nos Jaguarés, no morro da Geada, sem água encanada, com luz só recente, sem televisão, sem aparelho de som e sem inflação.

      Nenhum de nós sabia dizer a palavra solidariedade. Mas, na casa do tio Otacílio, criavam-se até filhos dos outros, e estou certo que o nosso coração era simples, espichado e melhor. Não desandávamos a reclamar da vida, não nos hostilizávamos feito possessos, tocávamos a pé pra baixo e pra cima e, quando um se encontrava com o outro, a gente não dizia: “Oi!”. A gente se saudava, largo e profundo: − Ô, batuta*!

*batuta: amigo, camarada.

(Texto adaptado. João Antônio. Meus tempos de menino. In: WERNEK, Humberto (org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005, p. 141-143) 

Tínhamos um par de sapatos para o domingo. Só. A semana tocada de tamancos ou de pés no chão. (2° parágrafo)


Está condizente com o que se lê no trecho acima, com a vírgula empregada corretamente, o que se encontra em:

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2

457941200649694
Ano: 2014Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Poá - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego da Vírgula
       “Cacilda!", exclamei ao entrar na plateia do teatro Cacilda Becker para assistir ao espetáculo “Eu Não Sou Bonita", com direção e atuação da espanhola Angélica Liddell. Não, infeliz­mente meu clamor não estava vinculado à admiração pela glo­riosa atriz que batiza a casa. Fato está que dei de cara com um cavalo branco que, de tão grande, mais parecia um alce. O pobre animal estava entocado num canto do palco atrás de um monte de feno, cena assaz perturbadora.
      Enquanto a protagonista não chegava ao palco para nos brindar com sua crítica à brutalidade da sociedade patriarcal, eu viajei perdida em conjecturas. “E esse animal é mesmo necessá­rio em cena?", pensei. Lembrei de “Equus", de Peter Shaffer, em 1975. Minha mãe me levou para assistir na Broadway, estrelado por Anthony Perkins. Que show! A maneira como resolveram a presença de cavalos em cena foi eficiente e sintética: máscaras, tamancões, bailarinos e pronto.
      Uma imponente Angélica Liddell entrou em cena jorrand o versos em choro. “Cansei de ser mulher, de ter vergonha! Ensi­naram­me a detestar meu corpo…" A atriz é performática, bem anos 1980. Vai abrindo uma cerveja e outra e afogando as mágoas do tamanho do equino. Você começa a entender que a perso­nagem sofreu alguma barbaridade na infância. Só quem não se comove é o cavalo, que não para de mastigar alfafa e parece se incomodar a cada vez que ela quebra um objeto ou grita.
      De repente, um punhado de ativistas está sobre o palco exi­bindo cartazes. “Tirem o animal!"; “Animal não é propriedade!"; “Sejamos artistas, não algozes!".
      No mínimo, é interessante ver a interferência de jovens e xpressando os direitos de quem não tem voz ativa, não? Só que o público não viu graça. Devo ter tido a má sorte de cair com uma plateia intolerante. Vai ver, sobrei com a turma que consi­dera “arte" uma coisa que deve ser levada muito, muito a sério.
      A garotada pediu para dizer umas palavras e avisou que iria embora logo. Porém, homens adultos, mulheres refinadas, supostos apreciadores de cultura levantaram­se enfurecidos e, amparados na unanimidade de respeitadores da ordem, partiram para um bullying violento contra os manifestantes.
      A porta­voz tentou falar, mas foi abafada pela gritaria. Lem­brou - ­me da cena deprimente que presenciei no ano passado, ao mediar um debate da blogueira cubana Yoani Sánchez, violen­tamente impedida de falar. Intransigência no lugar de diálogo.
      Finalmente, depois de serem xingadas, humilhadas e tratadas por loucas, as moças puderam falar. Uma das manifestantes desceu do palco e sentou­se, tremendo, na cadeira ao meu lado. “Como a senhora se chama?", perguntou. Respondi. Ela havia me visto filmando.
      “Sou estudante de veterinária, posso lhe garantir que o cavalo não deveria estar ali, a senhora entende, sabe o que é um ser senciente?"
      Sei sim, é um ser capaz de sentimentos como dor e agonia e emoções próximas ao pensamento. Mais do que muitos ali pare­cem dominar. Inclusive a protagonista. Sim, porque, para quem deseja denunciar injustiça e preconceito, o ato de jogar seus irmãos de armas aos leões mostrou a medida de sua sinceridade.

                                                                                                            (Barbara Gancia, Folha de S.Paulo, 15.03.2014. Adaptado)



A frase do texto que, após a alteração da ordem, permanece correta, no que se refere à pontuação, é:
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3

457941201133720
Ano: 2024Banca: FUNCERNOrganização: Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego das Aspas
TEXTO 1

Mais uma distorção: comunicar é o que importa

Marcos Bagno


        Existe na nossa cultura escolar, no que diz respeito ao ensino de língua, uma ideia muito entranhada e que precisa ser veementemente exposta e combatida. É a noção de que “o que importa é comunicar”, de que “se a mensagem foi transmitida, tudo bem”, e coisas assim. É fundamental deixar bem claro aqui que não, não e não — essa é uma visão muito pobre e mesquinha do que é a língua e dos mecanismos sociais que a envolvem. Repetir essa ideia é algo extremamente prejudicial para uma boa educação linguística.

             Essa ideia é uma deturpação violenta de teorias linguísticas sofisticadas que, lidas pela metade ou só na superfície (quando são lidas), se transformam em conceitos tomados como “verdades científicas” pelos que não se empenham em estudar mais a fundo. E, para piorar, serve de acusação contra os linguistas por parte de pessoas que pretendem, com isso, desqualificar o trabalho dos pesquisadores e tentar preservar a ferro e fogo uma concepção de “língua culta” obtusa, obscura e irreal.

            Essas pessoas alegam que, para os linguistas, “vale tudo”, que “o importante é comunicar”, que “não é preciso corrigir os alunos”, entre outras acusações injustas que não correspondem a nada que linguistas sérios já escreveram ou disseram em público. Para se opor, então, ao que os linguistas jamais disseram, os defensores de uma concepção de língua (e de sociedade) arcaica e pré-científica apregoam o “ensino da gramática” e a inculcação de uma escorregadia “norma culta”.

              A língua é muito mais do que um simples instrumento de comunicação. Ela é palco de conflitos sociais, de disputas políticas, de propaganda ideológica, de manipulação de consciências, entre muitas outras coisas. A manipulação social da língua nos leva a votar nessa ou naquela pessoa, a comprar tal ou qual produto, a admitir que determinado evento ocorreu de determinada maneira e não de outra, a aderir a uma ideia, a acreditar nessa ou naquela religião, e por aí vai, e vai longe...

             No mercado financeiro, por exemplo, tudo se faz por meio das palavras. Os títulos negociados na Bolsa de Valores não têm existência concreta, são mera abstração, dependem exclusivamente do que se diz ou do que se deixa de dizer: basta lançar um boato sobre uma empresa dizendo que ela está para falir, e o valor das ações despenca. O que alguns chamam de “invasão” (de terras, por exemplo) outros chamam de “ocupação” (de áreas improdutivas). Onde alguns falam de “terrorismo” outros preferem falar de “revolução”. Para os fiéis de uma determinada religião, certos atos são “pecados”, enquanto para os de outra são perfeitamente justificados e bem-vindos. O que o governo americano chamou de “Guerra do Iraque” muitos analistas classificam simplesmente de “invasão”, já que os iraquianos não fizeram nada contra os Estados Unidos.

          A língua é a nossa faculdade mais poderosa, é o nosso principal modo de apreensão da realidade e de intervenção nessa mesma realidade. Vivemos mergulhados na linguagem, não conseguimos nos imaginar fora dela — estamos mais imersos na língua do que os peixes na água.

              Além disso, a língua é um fator importantíssimo na construção da identidade de cada indivíduo e de cada coletividade. Ela tem um valor simbólico inegável, é moeda de troca, é arame farpado capaz de incluir alguns e excluir muitos outros. É pretexto para exploração, espoliação, discriminação e até mesmo massacres e genocídios, como já vem expresso num conhecido episódio bíblico.

        Numa guerra entre duas tribos de Israel, os galaaditas e os efraimitas, os primeiros se apoderaram dos vaus do Jordão, trechos rasos que podiam ser atravessados a pé. Quando alguém atravessava o rio, os galaaditas mandavam que pronunciasse a palavra shibboleth (“espiga”): na variedade linguística dos efraimitas, a palavra era pronunciada sibboleth, sem o “chiado” inicial. Quando ouviam essa pronúncia, os galaaditas “então os matavam nos vaus do Jordão. Caíram naquele tempo quarenta e dois mil homens de Efraim” (Juízes 12,4-6). Por isso o termo shibboleth é usado para designar qualquer elemento social empregado para discriminar ou mesmo exterminar uma pessoa ou grupo de pessoas.

              Portanto, não se pode admitir essa falácia de que “o importante é comunicar”. Abrir a boca para falar é se expor, inevitavelmente, aos julgamentos sociais, positivos e negativos, que configuram nossa cultura. Falar é comunicar, sim, mas não “transmitir uma mensagem” como ingenuamente se pensa: é comunicar quem somos, de onde viemos, a que comunidade pertencemos, o quanto estamos (ou não) inseridos nos modos de ver, pensar e agir do nosso interlocutor.

             Assim, numa sociedade como a brasileira, tradicionalmente excludente e discriminadora, é fundamental que a escola possibilite a seus aprendizes o acesso ao espectro mais amplo possível de modos de expressão, a começar pelo domínio da escrita e da leitura, direito inalienável de qualquer pessoa que viva num país republicano e democrático. A leitura e a escrita, o letramento, enfim, abre as portas de incontáveis mundos discursivos, aos quais os aprendizes só vão ter acesso por meio da escolarização institucionalizada.


(BAGNO, Marcos. Gramática pedagógica do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2011)
Sobre o uso das aspas, ao longo do texto, é correto afirmar:
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4

457941200788046
Ano: 2019Banca: FCMOrganização: IFN-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego da Vírgula

Trabalho infantil ainda é preocupante no Brasil,

diz fórum; negros são maioria


      1. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016 mostram, que o Brasil tem 2,4 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos trabalhando.

      2. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define como trabalho infantil aquele que priva as crianças de sua infância, seu potencial e sua dignidade. Além disso, é a forma de trabalho prejudicial ao desenvolvimento físico e mental das crianças, aquela as priva de oportunidades de frequentar a escola.

      3. Mal começou 2018, o governo brasileiro lançou o 3° Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil com ações de 2019 a 2022. O plano é um instrumento para atender ao compromisso assumido pelo Brasil, pois é imprescindível eliminar todas as formas de trabalho infantil até 2025.

Disponível em: <http://www.itatiaia.com.br/noticia/trabalho-infantil-ainda-e-preocupante-no-bras>

Segundo Bueno (2014, p.419), "para melhor estruturar o texto, o emprego da pontuação tem por objetivo, além de configurar pausa e entonação, separar termos ou orações a fim de garantir a coerência."

A esse respeito, leia a frase abaixo.


Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016 mostram, que o Brasil tem 2,4 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos trabalhando.


Analise as asserções e a relação proposta entre elas.

I. Nessa passagem transcrita do texto, há uma ocorrência inadequada quanto ao uso da vírgula

PORQUE

II. não se emprega esse sinal de pontuação entre orações coordenadas assindéticas.


Sobre essas asserções, é correto afirmar que

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5

457941201785051
Ano: 2013Banca: CETROOrganização: ANVISADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Semântica Contextual | Categorias Textuais | Pontuação | Análise Textual | Emprego da Vírgula

      A integralidade como eixo prioritário de uma política de saúde, ou seja, como meio de concretizar a saúde como uma questão de cidadania, significa compreender sua operacionalização a partir de dois movimentos recíprocos a serem desenvolvidos pelos sujeitos implicados nos processos organizativos em saúde: a superação de obstáculos e a implantação de inovações no cotidiano dos serviços de saúde, nas relações entre os níveis de gestão do SUS e nas relações destes com a sociedade.

      Esses dois movimentos consistem nos principais nexos constituintes da integralidade como meio de concretizar o direito à saúde da população, do qual emerge um conjunto de questões consideradas relevantes para sua apropriação conceitual e prática no campo da saúde coletiva. E essas questões estão diretamente relacionadas, muitas vezes de forma contraditória, com as políticas econômicas e sociais adotadas no País nas últimas décadas. Políticas excludentes, que concentram riqueza e fragilizam a vida social, aumentando de forma drástica e exponencial a demanda da população brasileira por ações e serviços públicos de saúde.

      Se, de um lado, a forma como nosso País se organiza, baseada no capitalismo, tem favorecido inúmeros avanços nas relações de produção, sobretudo no que diz respeito à crescente sofisticação e progresso de tecnologias em diferentes campos, inclusive da saúde, o mesmo não se pode dizer das relações sociais. Estas revelam o sofrimento difuso e crescente das pessoas, as quais são cotidianamente submetidas a padrões de profundas desigualdades, expressos pelo acirramento do individualismo, pelo estímulo à competitividade desenfreada e pela diferenciação negativa de pessoas, com desrespeito às questões de gênero, raça, etnia e idade.

      Na contramão desse processo, temos a Constituição Federal, que, ao criar e estabelecer as diretrizes para o SUS, oferece os elementos básicos para o reordenamento da lógica de organização das ações e serviços de saúde brasileiros, de modo a garantir ao conjunto dos cidadãos as ações necessárias à melhoria das condições de vida da população.

Asensi, Felipe (coord.). Direito sanitário [recurso eletrônico]. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. Adaptado. 

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e levando em consideração o primeiro parágrafo do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos, assinale a alternativa correta.
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6

457941200231271
Ano: 2024Banca: UPENET/IAUPEOrganização: Câmara de Tabira - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Emprego em Orações Intercaladas | Pontuação | Emprego da Vírgula
A imagem que, para nós, melhor ilustra o papel do líder servidor é aquela dos pássaros voando em formato de V (formação em Delta), tendo à frente um líder que é incentivado pelos demais a vencer a força do vento contrário e, quando cansado, tem sempre outro pássaro para substituí-lo no vértice do V, e ele volta para o último lugar e continua incentivando quem o substituiu.

Que belo exemplo para nós, humanos! 



Disponível em: Gilberto Silva https://www.pensador.com/textos sobre lideranca
Sobre a última vírgula existente no texto 03, é CORRETO afirmar que ela foi utilizada para separar 
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7

457941200031800
Ano: 2022Banca: UnescOrganização: Prefeitura de Laguna - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Emprego da Vírgula | Pontuação

Em entrevista à CNN Fernanda Magnotta professora de Relações Internacionais explica que a invasão russa é motivada por aliança militar.


Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/possibilidade-de

-enfrentamento-e-real-diz-especialista-sobre-tensao-na-ucrania/. Adaptado. 



Marque a opção CORRETA quanto ao uso da pontuação.

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8

457941201275852
Ano: 2024Banca: UPENET/IAUPEOrganização: Prefeitura de São Lourenço da Mata - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego da Vírgula | Emprego das Aspas | Emprego das Reticências
Texto 03 para a questão.

Garantir a segurança escolar é um dos grandes desafios das instituições de ensino de todo o planeta. Infelizmente, todos os anos, a sociedade é impactada por notícias de ataques a colégios, entre outras questões delicadas. Diante de tantos fatos, o receio deixa pais, alunos, professores e demais profissionais da educação em estado de alerta.
O bem-estar de crianças e adolescentes em sala de aula depende da segurança no ambiente escolar. A adoção de medidas preventivas nas mais variadas esferas também deixa os pais e responsáveis bastante tranquilos. Enfim, todas essas iniciativas são essenciais para assegurar o êxito da relação ensino e aprendizagem.
Vale a pena lembrar que a segurança escolar vai muito além de evitar a violência e o acesso de pessoas estranhas ao local de ensino. Ela deve ser vista como sinônimo de acolhimento e de liberdade nesse espaço com o objetivo de permitir um desenvolvimento saudável a todos os estudantes.
A escola é peça-chave na formação de meninos e meninas. Trata-se do local em que passam a maior parte do dia em diferentes fases da vida, tornando-se também o ambiente em que ocorrem as primeiras experiências de socialização de muitos deles.

https://www.google.com/search?q=textos+sobre+seguran%C3%A7a+nas+escolas&sca_esv= Acesso em 19 de janeiro de 2024.
Sobre Pontuação, analise os itens abaixo:


I. “Infelizmente, todos os anos, a sociedade é impactada por notícias de ataques.”

II. “Enfim, todas essas iniciativas são essenciais...”

III. “...o receio deixa pais, alunos, professores e demais profissionais da educação em estado de alerta.”


Assinale a alternativa que indica a justificativa CORRETA sobre o emprego das vírgulas nos textos acima.
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9

457941201840978
Ano: 2020Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de Sorocaba - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Emprego da Vírgula

    Há quem prefira rodeios, shows de cantores sertanejos ou carreatas políticas. Para mim, poucas coisas ________ tanto a experiência humana quanto o teatro. É exercido por pessoas que, ao se despirem de si _________ para encarnar outras, falam de cada um de nós na plateia. É assim desde os gregos, ___________ mais de 2000 anos, e continuará a ser pelos próximos 2000. Só _________ ser ao vivo, sujeito tanto a um ator hesitar numa fala como a dizê-la de modo fabuloso, inigualável – e nos dois casos essa fala se dissipará assim que o ator acabar de dizê-la.

(Ruy Castro. Drama por trás da cortina. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2020/09/ drama-por-tras-da-cortina.shtml. 12.09. 2020. Adaptado) 

Assinale a alternativa em que a inserção das virgulas na frase – ... e nos dois casos essa fala se dissipará assim que o ator acabar de dizê-la. – atende à norma-padrão de pontuação da língua portuguesa.
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10

457941200960165
Ano: 2017Banca: UnibaveOrganização: Prefeitura de Orleans - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pontuação | Análise Textual

Leia o texto para responder às questões 9 e 10.

O Joãozinho, assustado, pergunta:


- Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?


- Não, Joãozinho, nunca!


- Ai que bom, então, estou livre! Eu não fiz a lição.

“– Não, Joãozinho, nunca!”


Na fala da professora, o ponto de exclamação indica que ela teve a intenção de demonstrar:

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