Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!
Julgue o próximo item, relativo ao relacionamento das instituições com a imprensa, à organização de entrevistas e a produtos de assessoria de imprensa.
Em prol da transparência e da veracidade das informações, o
assessor de imprensa de uma organização deve solicitar à
imprensa externa uma avaliação da pauta ou da matéria antes
de veiculá-la.
Um jornalista está trabalhando em uma reportagem investigativa sobre a suspeita de uso indevido de recursos públicos. Para avançar nas investigações, ele precisa ter acesso a uma compra específica que teria sido feita por um funcionário público com cartão de crédito da empresa pública em que trabalha.
Seguindo as orientações do Código de Ética dos jornalistas brasileiros, para conseguir essa informação deveria(m) ser adotado(s) o(s) seguinte(s) procedimento(s):
Em relação a aspectos históricos e conceituais da comunicação social, bem como à ética e à legislação pertinentes a essa área, julgue o item a seguir.
O código de ética dos jornalistas tem caráter disciplinar e prescritivo, servindo de suporte legal para a aplicação das penalidades pertinentes em âmbito jurídico.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. Arantza Echaniz, em seus estudos sobre a ética na comunicação, afirma que os profissionais de imprensa devem desenvolver sua função atendendo ao compromisso da responsabilidade derivada de sua importante tarefa, de acordo com a prescrição constitucional e os princípios deontológicos da profissão jornalística.
Espera-se, assim, que um bom jornalista:
I. Observe sempre uma clara distinção entre material publicitário e informação jornalística, evitando qualquer confusão ou distorção deliberada destes, bem como a difusão de conjecturas e boatos.
II. Utilize quaisquer meios possíveis, lícitos ou não, a fim de buscar informações que possam ser levadas ao público, uma vez que o direito à informação é soberano.
III. Nunca utilize em benefício próprio informações privilegiadas obtidas de forma confidencial como jornalistas no exercício de sua função informativa.
IV. Sempre aceite o chamado “off the record”, mas apenas respeite o acordo com a fonte na medida em que a informação repassada não represente uma grande novidade, caso contrário, é dever do jornalista informar à sociedade tudo o que sabe.
Estão corretas as afirmações:
“Conforme o Portal Catarinas, em novembro de 2013, o colunista C. M. divulgou uma nota contendo imagens sobre a Marcha da Maconha, porém com imagens de outra marcha, realizada em 2011. Tal vídeo, por determinação da justiça, foi retirado do site três meses depois. Porém, em 1 de junho deste ano, 2016, o material foi exibido novamente, na mesma situação.”
(Casa dos Focas. Disponível em https://bit.ly/2ONuru9.
Acesso em 03.12.2019. Adaptado)
Esse fato jornalístico contraria o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, porque
José Francisco Karam (1997), em "Ética, Jornalismo e Liberdade", aborda um vasto campo de identificações de crise ética no jornalismo, e, segundo ele, a crise está presente tanto na constituição de monopólios e oligopólios quanto na conduta individual do jornalista, visto que essa crise se concretizaria “no fascínio pelo poder, no impedimento do direito de resposta, na ausência de pluralidade das fontes, nos baixos salários pagos aos jornalistas”, dentre outros.
Todos os elementos elencados pelo autor não serviriam para a produção da notícia no ambiente digital, já que com a liberação do polo emissor e a constituição de redes privadas e individuais de informação novos procedimentos e condutas foram produzidos e se aplicariam estritamente ao virtual, em detrimento do impresso
Em novembro de 1983, sob os auspícios da Unesco, reuniram-se em París várias organizações representando mais de 400 mil profissionais de imprensa. A reunião em território francês foi antecedida por uma de caráter consultivo na cidade do México (1980) quando as entidades manifestaram apoio à “Declaração da Unesco de Princípios Fundamentais respeitantes à Contribuição dos Mass Media para o fortalecimento da Paz e Compreensão Internacional, para a Promoção dos Direitos Humanos e para Contrariar o Racismo, Apartheid e Incitamento à Guerra”.
Os Princípios Internacionais da Ética no Jornalismo aprovadas em 1983 reconhecem que