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A concentração industrial nas regiões Sudeste e Sul é tamanha que se torna necessário enfrentar o mais rápido possível certa reorganização. De fato, a hiperconcentração e as desigualdades geradas pelo sistema terminam por resultar em “deseconomias de aglomeração”, ou seja, em bloqueios. Parece que se assiste a um início de mudança, porque os inconvenientes da concentração começam a pesar mais que as vantagens.
(Hervé Théry e Neli A. de Mello-Théry. Atlas do Brasil, 2018. Adaptado.)
Entre os “inconvenientes” da concentração industrial, pode-se citar
Considerando a repartição espacial dos diferentes tipos de
tecnologia de acesso fixo à internet no Brasil, observa-se que:
Sobre a classificação oficial utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde predominam as análises econômicas a respeito da produção brasileira, analise os itens, abaixo:
I - são indústrias que fabricam produtos que não são mercadorias finais, mas que são utilizados como matéria-prima para outras fábricas. São também chamadas de indústrias pesadas. Esse setor abrange a siderurgia, a petroquímica e a produção de outros materiais, como a celulose, o concreto, entre muitos outros.
II - também chamadas de indústrias leves, são aquelas que transformam matérias primas em mercadorias para o consumidor em geral. São divididas em indústrias de bens duráveis (eletroeletrônicos, móveis, veículos, etc.), semiduráveis (roupas, acessórios, etc.) e não-duráveis (alimentos, bebidas, remédios e outros).
Os itens discorrem, respectivamente, sobre indústrias de: