Após o procedimento licitatório, o governo de
determinado estado da Federação firmou contrato com a empresa
Silva & Silva Ltda., com o objetivo de construir obras de
infraestrutura. As partes contratantes firmaram cláusula
compromissória arbitral. No curso da obra, ocorreu divergência
entre os contratantes acerca de conteúdo da obra e valores, de
modo que foi instituído o procedimento arbitral para solucionar a
controvérsia. Após o regular procedimento, o árbitro proferiu
sentença condenando o poder público a pagar o valor equivalente
a um milhão e meio de reais à empresa contratada.
Tendo essa situação hipotética como referencia inicial, assinale a
opção correta.
A _____ é meio de solução de conflitos, caracterizada pela
entrega do poder de decidir a um terceiro imparcial, o _____, o
qual é juiz de fato e de direito.
A decisão proferida terá eficácia de título executivo _____ e, caso
a Administração dela participe, essa será sempre de _____ e
respeitará o princípio da _____.
Assinale a opção que completa corretamente os espaços do
fragmento acima.
O Estado do Espírito Santo possuía contrato com a empresa ABC, que prestava serviços de informática e tecnologia para o setor de inteligência do governo. O instrumento previa, entre outras coisas, a convenção de arbitragem. Diante do inadimplemento de uma das cláusulas contratuais por parte da empresa, foi ajuizada uma ação judicial pelo Estado do Espírito Santo. Em sede de contestação, a empresa ABC arguiu, preliminarmente, a existência de convenção de arbitragem, requerendo a extinção do processo.
Diante dessa situação hipotética, é correto afirmar que:
Com base nas disposições do Código de Processo Civil, que
versa sobre os limites nacionais da jurisdição e os limites da
cooperação internacional, julgue o item.
As causas cíveis serão processadas e decididas pelo
juiz nos limites de sua competência, ressalvado às
partes o direito de instituir o juízo arbitral, na forma
da lei.
O Sr. W propõe ação de cobrança do valor de R$ 1.000,00 em face do Sr. Z, tendo o processo sofrido extinção por inércia da parte autora, que abandonou a causa por período superior ao permitido. Uma semana após a extinção, o Sr. W propôs a mesma ação em face do mesmo réu que veio a ter o processo extinto por idêntico fundamento. Transitada em julgado a segunda decisão, o Sr. W renova o feito apresentando idêntica ação que vem a ter o mesmo destino, pelo mesmo fundamento anterior. Seis meses após o terceiro desfecho, o Sr. W apresenta, pela quarta vez, a mesma ação, logrando, agora, a citação do réu que apresenta contestação, onde alega, em preliminar, de natureza peremptória,
É permitida a arbitragem, na forma da lei. De maneira
ampla, quanto às lições ilustradas sobre o tema, no atual Código
de Processo Civil, está correto apenas o consignado em: