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TEXTO 1
A leitura como tratamento para diversas doenças
A água é a substância mais abundante em um ser vivo e desempenha importantes funções para o funcionamento dos organismos vivos. Sobre essa substância essencial à vida, analise as proposições abaixo.
1) A água participa das reações químicas
enzimáticas.
2) Substâncias que não têm afinidade pela água são
denominadas hidrofílicas.
3) A água é uma molécula polarizada.
4) A água atua como moderador de temperatura.
5) Na água (em estado líquido e sólido), as
moléculas estão unidas entre si por ligações
covalentes.
Estão corretas:
TEXTO 1
SAÚDE
A definição de saúde mais difundida – com implicações legais, sociais e econômicas dos estados de saúde e doença – é a definição encontrada no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS): saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.
Quando a OMS foi criada, pouco após o fim da Segunda Guerra Mundial, havia uma preocupação em traçar uma definição positiva de saúde, que incluiria fatores como alimentação, atividade física, acesso ao sistema de saúde etc. O "bem-estar social" da definição veio de uma preocupação com a devastação causada pela guerra, assim como de um otimismo em relação à paz mundial. A OMS foi ainda a primeira organização internacional de saúde a considerar-se responsável pela saúde mental, e não apenas pela saúde do corpo.
A definição adotada pela OMS tem sido alvo de inúmeras críticas desde então. Definir a saúde como um estado de completo bem-estar faz com que a saúde seja algo ideal, inatingível, e assim a definição não pode ser usada como meta pelos serviços de saúde. Por outro lado, a definição utópica de saúde é útil como um horizonte para os serviços de saúde por estimular a priorização das ações.
Christopher Boorse definiu, em 1977, a saúde como a simples ausência de doença. Em 1981, Leon Kass incluiu, no campo da saúde, "o bem-funcionar de um organismo como um todo", ou ainda "uma atividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas”. Lennart Nordenfelt definiu, em 2001, a saúde como um estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.
As definições acima têm seus méritos, mas, provavelmente, a segunda definição mais citada é da OMS, mais especificamente do Escritório Regional Europeu: A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente. A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.
Essa visão funcional da saúde interessa muito aos profissionais de saúde púbica, incluindo-se aí os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e os engenheiros sanitaristas, e de atenção primária à saúde, pois pode ser usada de forma a melhorar a equidade dos serviços de saúde e de saneamento básico, ou seja, prover cuidados de acordo com as necessidades de cada indivíduo ou grupo.
Existem, assim, quatro determinantes gerais de saúde: biologia humana, ambiente, estilo de vida e assistência médica. Dessa forma, a saúde é mantida e melhorada, não só através da promoção e aplicação da ciência da saúde, mas também através dos esforços e opções de vida inteligentes do indivíduo e da sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, os principais determinantes da saúde incluem o ambiente social e econômico, o ambiente físico e as características e comportamentos individuais da pessoa. Em geral, o contexto em que um indivíduo vive é de grande importância na sua qualidade de vida e em seu estado de saúde.
(https://pt.wikipedia.org/wiki/Sa%C3%BAde). (Adaptado.)
TEXTO 1
A leitura como tratamento para diversas doenças
Text 2
Your Meal Has Six Times More Salt Than You Think
How much salt was in your lunch? Whatever your guess, chances are you’re off. By a lot.
In a new study, published in the journal Appetite, researchers stood outside fast-food restaurants and asked people to guess
how much sodium they just ate. Their answers were almost always six times too low.
That's because people don't tend to use a lot of salt to season meals cooked at home, but restaurants use much more of it to
enhance the flavor of their meals. It’s also used in food additives and as a preservative to extend shelf life, so even foods that
don’t taste salty, like pastries, donuts and bread, can have a lot of it.
As a result, 89% of Americans eat too much salt. People should get no more than 2,300 milligrams of sodium a day — about
one teaspoon, public health groups recommend — but the average American eats about 3,600 mg every day. Eating too much
salt makes the body retain more water, which raises blood pressure and can affect the heart, blood vessels, brain and kidneys.
Overconsuming sodium can lead to hypertension, heart attack and stroke, according to the Harvard T.H. Chan School of Public
Health.
To test the sodium knowledge of real-world eaters, researchers stationed themselves at several fast-food restaurants —
McDonald’s, Burger King, Subway, Wendy’s, Kentucky Fried Chicken and Dunkin’ Donuts — and polled adolescents and adults
on their sodium consumption. When people approached the entrance, the researchers asked them to save their receipts; on
their way out, they estimated how much sodium they ate.
Adults ate about 1,300 mg of sodium in a single fast-food sitting, which is more than half of the upper recommended limit for the
day. Yet the average guess was just 200 mg, says study author Alyssa Moran, a registered dietitian and doctoral student at the
Harvard School of Public Health. They were off by about 650%.
That's when they ventured a guess at all. “25% of the people we approached had absolutely no idea about the amount of
sodium in their meal and couldn’t even provide an estimate,” Moran says.
Sodium information isn't visibly published in chain restaurants. But in 2015, New York became the first city in the country to
require chains to post warning labels on menu items with more than 2,300 mg of sodium. "Right now it's only in New York City,
but we have a feeling that other local governments will probably follow suit," Moran says. "We saw that that happened when
New York City started posting calories on menu boards."
Doing so may finally help people learn how much sodium is in their food, and it may even encourage companies to reformulate
the worst offenders.