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No ar rarefeito, pensamentos confusos, falas arrastadas e, até mesmo, alucinações fazem parte da escalada. Evidências sugerem que altitudes acima de 4700 m, em que a pressão é menor do que 0,65 x 105 Pa, podem causar danos irreparáveis ao cérebro. Nessas altitudes, a quantidade de hemácias que recebem O2 pode diminuir, o que pode justificar os danos cerebrais. Um estudo, publicado no The American Journal of Medicine, mostrou que exames de ressonância magnética realizados em diversos montanhistas revelaram lesões cerebrais, atrofias e aumento dos espaços de Robin, que drenam o fluido cerebral (o aumento desses espaços ocorre principalmente na velhice).
Traduzido e modificado de “Rock and Ice Magazine” e www.marski.org.
Acesso em: em 15 de setembro de 2016.
Pelo exposto acima e sobre a variação da pressão atmosférica com a altura, pode-se afirmar que os montanhistas
PESQUISA GERA CACHAÇA “TIPO EXPORTAÇÃO”
Método ajuda a diminuir teor de cobre na bebida, vencendo regras do mercado internacional para consumo de destilados. Brasil permite até 5 mg/L do metal na aguardente, mas a Europa exige um máximo de 2 mg/L; a técnica não muda o sabor ou o aroma do produto.
[...] Para retirar o metal da bebida, os pesquisadores [...] misturaram à cachaça recém-destilada mármore ou calcário em pó, ambos formados basicamente por carbonato de cálcio. [...] é como se o carbonato “largasse” o cálcio e agarrasse o cobre, formando um precipitado - uma espécie de pó, que é facilmente retirado por uma filtragem. “Conseguimos fazer que uma bebida que tinha 20 mg/L de cobre chegue a 2 mg/L”, diz Oliveira.
Disponível em: http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_impre nsa/mostra_noticia.php?codigo=2905. Acesso em: 16 de agosto de 2015.
[Dados: M(Ca) = 40 g/mol; M(Cu) = 63,5 g/mol.]
A análise dos dados permite inferir que
O ESCORPIONISMO INFANTIL
Um levantamento epidemiológico realizado no Centro de Controle de Intoxicação (CCI), vinculado ao Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), destacou a alta incidência de acidentes graves em crianças causados por escorpiões. Foram analisadas 922 ocorrências em Campinas e região, incluindo cidades como Sumaré, Indaiatuba, Nova Odessa, Americana e Piracicaba. A gravidade dos casos foi classificada de acordo com critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde: 2,9% não apresentaram sintomas, 3,1% foram considerados graves (vômitos frequentes, hipertonia muscular e edema pulmonar agudo), 11% moderados e 83% leves (dor local, taquicardia e agitação).
Fonte: www.estadao.com.br/infograficos/2010/10/sim_enem_estadao_2010
Sobre o animal invertebrado citado no texto, depreende-se que
ACEROLA
A acerola é uma planta medicinal originária da América do Sul, muito rica em vitamina C, que exerce um efeito preventivo e curativo em caso de doenças infecciosas. Pode ser encontrada em comprimidos para ingerir, mastigar ou em solução bebível.
Constituintes: Vitamina C, vitamina A, vitamina B6, magnésio, ferro...
Indicações da acerola: No tratamento e na prevenção de doenças infecciosas como a gripe (como complemento a outros tratamentos), a síndrome gripal, a angina (como complemento a outros tratamentos), os resfriados, a astenia (fadiga).
Disponível em: http://www.criasaude.com.br/N3191/fitoterapia/acerola.html. Acesso em: 10 de agosto de 2015.
A análise dos dados apresentados permite inferir que
O FUTURO DA TERRA
Laboratório analisa bactérias para substituir
fertilizantes em plantas leguminosas
Em 1950, o professor João Rui Jardim Freire da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e da Seção de Microbiologia Agrícola do Instituto de Pesquisas Agronômicas (Ipagro, hoje Fepagro) iniciou buscas por bactérias que poderiam substituir os fertilizantes nitrogenados nas lavouras. Por meio de coleta, isolamento e seleção de estirpes nativas eficientes para leguminosas de importância econômica, o professor chegou aos rizóbios – e os trabalhos de seleção alcançaram o benefício da simbiose planta-bactéria com resultados de não recomendação do fertilizante nitrogenado para o cultivo da soja.
Disponível em:<http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2016/08/economia/517309-laboratorio-analisa-bacterias-para-substituir-fertilizantes-emplantas-leguminosas.html>
Brasília, 28 (Agência Brasil – ABr) – Nas duas últimas décadas, houve, segundo observação de especialistas, grande difusão do uso de enzimas de origem animal, vegetal ou microbiano como aditivos ou até como catalisadores de processos industriais.
A aplicação de enzimas como aditivos ou coadjuvantes de processos de tratamento de resíduos e fluentes tem sido também muito investigada. A enzima tirosinase, por exemplo, catalisa a oxidação de fenóis (poluentes presentes em diversas águas industriais), que, por sua vez, sofrem polimerização, formando produtos que conferem coloração escura à água, mas podem precipitar ou ser absorvidos com facilidade, sendo removidos da água, gerando um afluente clarificado com baixo nível de fenóis residuais.
Para os problemas de óleos e gorduras presentes em altos teores nos afluentes industriais, causando entupimentos, flotação e arraste de lodo biológico, entre outros problemas, usam-se lipases em um estágio de pré-tratamento enzimático, gerando um hidrolisado que é mais facilmente degradado.
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Sobre o assunto relatado no texto, pode-se inferir que