Fulano de Tal quer presentear o seu filho único com um
apartamento em função do casamento deste. Para evitar
a incidência de impostos sobre esse presente, Fulano de
Tal propõe ao seu filho que assinem contrato de mútuo,
por meio do qual Fulano de Tal justificará o incremento
patrimonial de um ano para outro, evitando com isso problemas junto à receita federal, estadual e municipal. Com
os recursos “emprestados”, seu filho fará diretamente a
aquisição do imóvel em seu nome. Fulano de Tal não
pretende, porém, cobrar o pagamento do empréstimo em
nenhum momento no futuro, de modo que o contrato de
mútuo permanecerá vigente até a morte do pai.
A respeito da situação hipotética, é correto afirmar que