Por bastante tempo, manteve-se a concepção de que a
educação especial, organizada de forma autônoma em
relação ao ensino regular, seria mais apropriada para a
instrução de alunos que enfrentassem obstáculos como
deficiência, questões de saúde ou qualquer
incompatibilidade com a estrutura estabelecida pelos
sistemas educacionais. Essa visão deixou uma marca
duradoura na trajetória da educação especial,
culminando em abordagens que priorizavam mais
fortemente os aspectos relacionados à deficiência.
Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que: