Emergências hipertensivas são condições
clínicas agudas que se caracterizam por
elevação crítica da pressão arterial
associada à lesão progressiva do órgão-alvo e risco de morte, exigindo redução
imediata da pressão arterial. (...)
Urgências hipertensivas também são
condições clínicas agudas que se
caracterizam por elevação crítica da
pressão arterial, mas não apresentam
comprometimento de órgão-alvo, sendo
tratadas com agentes de uso oral e
redução da pressão arterial em até 24
horas.
(KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. Vl. 1. 3ª Ed. ARTMED. São Paulo. Cap.18. p. 272.)
Sobre “Características diferenciais das
crises hipertensivas” apresentadas na
sequência: “Urgência hipertensiva” (U.H) /
Emergência hipertensiva” (E.H), julgue
informações:
I – Pressão arterial: U. H > 180/110mmHg /
E.H geralmente >220/110mmHg.
II – Sintomas: U.H - Cefaleia grave, dispneia /
E.H - Dispneia, precordialgia, disartria, fraqueza,
alterações de consciência.
III – Exame: U. H - Lesão progressiva em
órgão-alvo, doença cardiovascular crítica
presente / E. H - Encefalopatia, edema
pulmonar, insuficiência renal, acidente vascular
cerebral, isquemia cardíaca.
IV – Tratamento: U. H - Observar 3-6 horas,
redução na pressão arterial com medicação
oral, ajuste da terapia atual / E. H - Exames
laboratoriais basais, acesso venoso, monitorizar
pressão arterial; iniciar medicação parenteral.
Marque a alternativa com a série correta.