O problema de avaliar a arte contemporânea,
segundo Carol Strickland, é que ela ainda está
viva e em crescimento. A história irá dizer quem
viverá na memória e quem desaparecerá. O que é
claro, entretanto, é que desde 1960 os
movimentos vêm e vão num piscar de olhos.
STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao
pós-moderno – tradução Angela Lobo de Andrade. Rio de
Janeiro: Ediouro, 2004.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as
afirmações a seguir.
Segundo a autora, a respeito da arte
contemporânea pode-se dizer que:
( ) O fio condutor comum a todos os movimentos
artísticos contemporâneos é a oposição ao
Expressionismo Abstrato.
( ) Todas as formas, os materiais e os conteúdos
possíveis foram expandidos a tal ponto que nada
parecia além dos limites e os artistas se viam
diante do desafio da novidade, uma vez que a
originalidade deixou de ser importante.
( ) À medida que o século XX caminhou para seu
término, a arte se tornou mais intencional e
diversificada que nunca. Depois de um século de
experimentação, o legado é a liberdade total.
( ) As únicas tendências permanentes na arte
pós-contemporânea são a arte minimalista, que
aniquilou o culto à personalidade; a arte pop, que
se apropriou de imagens comerciais e os
conceitualistas que fizeram a arte existir mais na
mente que na tela.
A alternativa que preenche os parênteses
corretamente, de cima para baixo é: