No romance Dom Casmurro, o narrador faz uma descrição de um
personagem do seguinte modo:
“Levantou-se para ir buscar o gamão, que estava no interior da
casa. Cosi-me muito à parede, e vi-o passar com as suas calças
brancas engomadas, presilhas, rodaque e gravata de mola. Foi
dos últimos que usaram presilhas no Rio de Janeiro, e talvez
neste mundo. Trazia as calças curtas para que lhe ficassem bem
esticadas. A gravata de cetim preto, com um arco de aço por
dentro, imobilizava-lhe o pescoço; era então moda (....). Era
magro, chupado, com um princípio de calva; teria os seus
cinquenta e cinco anos”.
A descrição desse personagem tem base: