Os exploradores carregavam um espírito aventureiro
despertado pelo imaginário sobre a África formado pelos
relatos sobre monstros como gigantes, pigmeus, mulheres-pássaros e homens-macacos. Noutra vertente vigorava a ideia da existência de “reinos riquíssimos e misteriosos”, caracterizados pela abundância de escravos,
ouro e noz-de-cola.
(Leila Leite Hernandez. África na sala de aula:
visita à História Contemporânea. Adaptado)
Desde fins do século XVIII e de forma crescente no século XIX, no entanto o que deu impulso decisivo à exploração do continente africano foi a busca