Na tentativa de resguardar a posse do território
brasileiro, Portugal iniciou, a partir da década de 1530,
a colonização do Brasil por meio da iniciativa privada,
as chamadas “capitanias hereditárias”. Outrossim, à
exceção das capitanias de São Vicente e de
Pernambuco, as demais se mostraram um fracasso
retumbante.
Entre os aspectos em comum que são atribuídos ao
frustrante projeto de português, temos a resistência
indígena, recusando-se a entregar um território que
sabia ser seus. Além da questão dos povos autóctones,
podemos citar também: