À luz da psicologia histórico-cultural, são várias as fases de
desenvolvimento da criança. A primeira delas, conhecida
como fase primitiva ou fase das formas naturais de
comportamento, remete ao período em que a criança não
sabe usar com eficiência os dispositivos externos. À medida
que se apropria conceitualmente da realidade, a criança
supera a primeira fase e adentra na fase que se caracteriza
por um novo momento, no que diz respeito à conquista das
suas funções psicológicas superiores, o que torna possível
converter as técnicas externas e signos da realidade
objetiva em processos internos. Esta segunda fase é
denominada