O plano de recuperação judicial da sociedade empresária Paiaguá
& Nobres Ltda. foi rejeitado pelos credores na assembleia-geral
convocada para deliberar sobre ele. Das três classes de credores
presentes, o plano obteve a aprovação por 88% (oitenta e oito) por
cento dos credores trabalhistas, mas foi rejeitado pelos credores
das demais classes, ou seja, da classe III (credores quirografários)
e da classe IV (credores enquadrados como microempresa e
empresa de pequeno porte). Considerando-se este cenário, é
correto afirmar que