Na área da arquitetura, as pesquisas sobre as tecnologias africanas e afrodescendentes no Brasil têm evidenciado a presença
de conhecimentos africanos nas construções coloniais e imperiais, principalmente pelo uso do pau-a-pique, pilão de taipa e
cantaria. A pressão crescente pela adoção de práticas sustentáveis na construção civil, que tem levado ao aumento do interesse
pelos estudos em bioconstruções, aponta para um importante potencial de contribuições das tecnologias africanas e
afrodescendentes.
(Silva, 2020.)
A despeito da importância histórica e da significativa presença de tecnologias e conhecimentos africanos e afrodescendentes
na atualidade, os estudos do tema ainda são relativamente escassos. Essa espécie de “silêncio” sobre essas contribuições: