Leia o texto abaixo.
“As meras ciências de fatos criam meros homens de fato. A revolução do comportamento
geral do público foi inevitável, especialmente depois da guerra, e sabemos que na geração
mais recente ela se transformou até em um estado de espírito hostil. Na miséria de nossa
vida - ouve-se dizer - esta ciência não tem nada a dizer-nos. Ela exclui de princípio
justamente aqueles problemas que são os mais prementes do homem, o qual, em nossos
tempos atormentados, sente-se entregue ao sabor do destino: os problemas do sentido ou
do não-sentido da existência humana em seu conjunto”.
(apud REALE, G., ANTISERI, D. História da Filosofia, 6: de Nietzsche à Escola de Frankfurt.
São Paulo: Paulus, 2006, p. 199).
Que filósofo é autor dessa interpretação sobre as meras ciências de fato?