Para Lerner (2002), o tempo é um fator de peso na instituição de ensino, pois nunca é suficiente para comunicar
às crianças tudo o que desejaríamos ensinar em cada
ano escolar. Segundo a autora, “quando se opta por
apresentar os objetos de estudo em sua complexidade e
por reconhecer que a aprendizagem progride através de
sucessivas reorganizações do conhecimento, o problema da distribuição do tempo deixa de ser simplesmente quantitativo”. Nesse contexto, Lerner propõe produzir
uma mudança qualitativa na utilização do tempo didático,
e, para concretizar essa mudança, entre outras ações, a
autora afirma que é necessário