Leia o trecho a seguir, retirado do poema de Conceição
Evaristo, “Da calma e do silêncio”, e responda à
questão:
"Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra."
EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros
movimentos. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.
A partir do trecho, é possível inferir que o eu lírico: