No Rio de Janeiro, em 1961, foi criado o Centro Popular de Cultura
(CPC), ligado à União Nacional de Estudantes. O CPC reuniu artistas
de teatro, música, cinema, literatura e artes plásticas, com o
objetivo de criar e divulgar uma “arte popular revolucionária”. O
seu núcleo formador foi constituído por Oduvaldo Viana Filho, pelo
cineasta Leon Hirszman e pelo sociólogo Carlos Estevam Martins.
Para essa geração de artistas e intelectuais, fazer uma “arte
popular revolucionária” significava