Paciente de 65 anos, ex-tabagista, com histórico de
DPOC, é admitido no hospital com quadro de febre, tosse
produtiva e dispneia progressiva há 10 dias. Inicialmente,
foi tratado com antibioticoterapia empírica para pneumonia comunitária, sem melhora clínica significativa. A radiografia de tórax revela infiltrado pulmonar persistente,
e a tomografia computadorizada mostra áreas de consolidação e vidro fosco em ambos os pulmões. A equipe
médica discute a necessidade de uma investigação diagnóstica mais aprofundada.
Diante desse caso, quando deve ser considerada a coleta de amostras de forma invasiva, com broncoscopia ou
lavado broncoalveolar?