Educar para a participação é criar espaços para que
o(a) educando(a) possa empreender, ele(a)
próprio(a), a construção de seu ser. Nesse sentido, é
correto afirmar que o protagonismo juvenil:
A é uma forma de entender que a participação dos
adolescentes pode gerar mudanças indesejadas
e conflituosas na realidade social, ambiental,
cultural e política em que estão inseridos.
B pressupõe uma relação dinâmica entre
formação , conhecimento, participação,
responsabilização e criatividade que, ao
contrário do esperado, fortalece a não ética.
C prevê, como modalidade de ação educativa, a criação de espaços e condições capazes de
possibilitar aos jovens envolverem-se em
atividades direcionadas à solução de problemas
reais, atuando como fonte de iniciativa, liberdade
e compromisso.
D pode ser realizado por atores sociais específicos em diferentes possibilidades de participação
social, ficando claro que é um conceito amplo,
mas limitado à adolescência.
E ressalta a importância do protagonismo como forma de participação do(a) jovem em atividades
que se atêm a seu dia a dia e de seus interesses
individuais.