Considerando as alterações da capacidade de desempenho frequentemente encontradas no contexto
hospitalar que interferem na funcionalidade e participação social do idoso, segundo Nunes, C.M.P. et al
(In: Campos, A.C.V.; Berlezi, E.M. e Correa, A.H.M., 2016), é INCORRETO afirmar que
A as quedas decorrentes de alterações na atenção e no equilíbrio, que podem culminar em fraturas de
quadril, têm como consequências funcionais para o idoso o abandono de atividades significativas,
a modificação de hábitos e estilo de vida e as limitações da mobilidade, principalmente para
atividades fora de casa.
B após a ocorrência do acidente vascular cerebral (AVC), o processo de reabilitação deve ser iniciado
assim que tenha estabilização clínica para amenizar as incapacidades, garantindo ao idoso a maior
autonomia possível e condições favoráveis para a continuidade do tratamento fora do hospital.
C a imobilidade, geralmente associada a idosos frágeis, acima de 75 anos, pode ser tratada com
intervenções restauradoras, reduzindo progressivamente o tempo de permanência no leito, associada
à cinesioterapia, objetivando mudanças das posições básicas do corpo com ou sem utilização de
tecnologias assistivas de suporte postural.
D nos cuidados paliativos, sistema de apoio para que o idoso viva tão ativamente quanto possível
até sua morte, a pessoa pode ser tratada com intervenções restauradoras das funções do corpo
com aumento da amplitude de movimento, força muscular e percepção sensorial, para facilitar a
movimentação ativa e a realização de atividades significativas.