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  4. Questão 457941200081140

“Não é o medo da loucura que nos vai obrigar a hastear a meio pau a...

📅 2024🏢 VUNESP🎯 UNESP📚 Língua Portuguesa
#Análise Textual

Esta questão foi aplicada no ano de 2024 pela banca VUNESP no concurso para UNESP. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Análise Textual.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941200081140
Ano: 2024Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado
Para responder à questão, leia um trecho do artigo “Quantos jovens sabem que o adjetivo ‘surreal’ deriva de um movimento centenário?”, do escritor e jornalista Sérgio Augusto, publicado em 25.02.2024.


    Quantos de nossos jovens saberão que o adjetivo “surreal”, por eles usado a torto e a direito para qualificar qualquer coisa que lhes pareça absurda, deriva de um dos movimentos de vanguarda mais controversos e influentes do século passado? Tão do século passado, que está fazendo 100 anos. O surrealismo, fruto de uma época quase tão conturbada quanto a nossa e também assolada por uma pandemia (a gripe espanhola), nasceu oficialmente em 1924, impulsionado pelo manifesto de André Breton.

   Nesse manifesto, Breton detonava o equilíbrio, o realismo (“hostil a todo impulso de liberação intelectual e moral” e refúgio dos medíocres), proclamava a prevalência absoluta do sonho, do inconsciente, do instinto e do desejo, pregava a renovação de todos os valores filosóficos, morais, políticos e científicos, preconizando uma nova maneira radical de ver as artes, o mundo – e a vida.

   “Não é o medo da loucura que nos vai obrigar a hastear a meio pau a bandeira da imaginação”, ameaçava Breton numa das melhores imprecações do manifesto, visceralmente antimilitarista (a Grande Guerra terminara seis anos antes) e anticlerical. Porém, esperançoso. Augurou que um dia a poesia decretasse o fim do dinheiro, utopia que a poesia não logrou, nem o Pix deverá consumar.


(www.estadao.com.br. Adaptado.)
“Não é o medo da loucura que nos vai obrigar a hastear a meio pau a bandeira da imaginação” (3o parágrafo)

Nesse trecho de seu manifesto, André Breton sugere que 
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