Há pouco tempo, mantive contato com uma turma em cujo programa de Educação Artística constavam aulas de arte grega. Os alunos não entendiam nada daquilo que eram obrigados a estudar. Contudo, a grande maioria tinha experiência em apreciar arte: alguns eram membros de um grupo de ‘congada’, um outro tinha um vizinho entalhador e o tio de um deles era ceramista.
Adaptado de BARBOSA, Ana Mae. John Dewey e o ensino da arte no Brasil. São Paulo: Cortez, 2015.
O trecho acima descreve uma organização contraproducente do currículo. Nesse caso, o potencial dos alunos seria melhor aproveitado se