Arakaki et al. (2017) discutem que a evolução e o uso das tecnologias sempre
estiveram presentes no desenvolvimento da Biblioteconomia, especialmente no que diz respeito à
descrição de recursos, refletindo em uma contínua adaptação e integração às novas realidades de
informação interligada a novas ferramentas e práticas por meio de instrumentos de representação no
domínio bibliográfico, os quais acarretarão uma nova transição para os catálogos das bibliotecas. No
que se refere à conexão de dados bibliográficos, promovendo uma organização mais eficiente das
informações na web, analise as assertivas abaixo:
I. Formato Machine-ReadableCataloging (MARC): surgiu na década de 1960, desenvolvido pela
Library of Congress (LC), nos Estados Unidos, com intuito de criar registros catalográficos legíveis
por máquina.
II. Formato MARC 21: Em 1969, foi desenvolvido o MARC II, que deu origem a diferentes versões
até chegar em sua última. As diretrizes e padrões que estruturaram o formato são apenas
adequações da prática profissional antes realizada pelos bibliotecários, baseada nos códigos de
catalogação (International Standard Bibliographic Description – ISBD e Anglo-American
Cataloguing Rules – AACR) e em normas reguladoras para a descrição (esquemas de codificação)
dos campos de valor.
III. Resource Descriptionand Access (RDA): com o desenvolvimento das novas tecnologias, são
exigidas atualizações para adequação à nova estrutura proposta para catalogação como as
diretrizes desenvolvidas para substituir o AACR, com base nos modelos conceituais Functional
Requirements for Bibliographic Records (FRBR) e Functional Requirements for Authority Data
(FRAD).
Quais estão corretas?