Miguel González Arroyo, (2011), no texto “Educação de jovens-adultos: um campo de direitos e de
responsabilidade pública” disponível no livro “Diálogos na educação de jovens e adultos” realiza algumas
afirmações. Assinale a alternativa que não está de acordo o exposto pelo referido autor.
A O sistema escolar não continua a pensar em sua lógica e estrutura interna e sempre tem facilidade para abrir-se a
essa pluralidade de indicadores que vem da sociedade, dos próprios jovens-adultos e de outras áreas de políticas
públicas.
B O campo da Educação de Jovens e Adultos tem uma longa história. Diríamos que é um campo ainda não consolidado
nas áreas de pesquisa, de políticas públicas e diretrizes educacionais, da formação de educadores e intervenções
pedagógicas.
C Talvez a característica marcante do momento vivido na EJA seja a diversidade de tentativas de configurar sua
especificidade. Um campo aberto a qualquer cultivo e semeadura, será sempre indefinido e exposto a intervenções
passageiras.
D A visão reducionista com que, por décadas, foram olhados os alunos da EJA – trajetórias escolares truncadas,
incompletas – precisará ser superada diante do protagonismo social e cultural desses tempos de vida.
E Além de se constituir como um campo de pesquisas e de formação, a EJA vem encontrando condições favoráveis
para se configurar como um campo específico de políticas públicas, de formação de educadores, de produção teórica e
de intervenções pedagógicas.