A descrição de uma competência deve representar um
desempenho ou comportamento que é esperado,
indicando o que o profissional deve ser capaz de fazer.
Quando alguém elabora uma descrição de competências,
deve-se evitar:
(A) a construção de descrições com clareza e
objetividade, e o uso de termos técnicos que
colaborem para a compreensão das pessoas.
(B) ambiguidades, como, por exemplo,
“implementa modelos de gestão bemsucedidos em outras organizações”. Não se
sabe, nesse caso, se a pessoa deve ser capaz de
“implementar, na organização em que trabalha,
modelos de gestão que foram bem-sucedidos
em outras organizações”, ou, então,
“implementar, em outras organizações,
modelos de gestão bem-sucedidos”. Essa
redação é ambígua, dando margem a dupla
interpretação.
(C) irrelevâncias e obviedades, como, por
exemplo, “coordena reuniões que são
marcadas”. Nesse caso, bastaria dizer:
“coordena reuniões”;
(D) duplicidades, como em “soluciona problemas
de forma criativa e original”.
(E) a utilização de verbos que não expressem uma
ação concreta, ou seja, que não representem
comportamentos passíveis de observação no
trabalho, como, por exemplo, saber, apreciar,
acreditar e pensar, entre outros.
Dos itens acima mencionados, o único que NÂO configura
erro na descrição de uma competência é: