Leia esse relato contido no Banco de
Experiências da Secretaria de Educação Básica do
MEC:
“Em São Bernardo do Campo, a Escola de
Educação Básica Di Cavalcanti levou ao banco de
experiências uma situação vivida na alfabetização
de crianças dos bairros Ferrazópolis e Vila São José.
Pelo projeto-piloto pedagógico, os alunos deveriam
frequentar a biblioteca e brincar no parque e no
pátio da escola todos os dias, ter aulas no ateliê de artes duas vezes por semana e de canto coletivo e
dramatização uma vez por semana. Ao observar a
rotina dos estudantes, familiares foram à escola
expor preocupação com o possível atraso no
processo de ensino.
A direção da unidade convocou reunião
extraordinária do órgão colegiado para detalhar o
projeto. Os membros decidiram acompanhar as
atividades de alfabetização e informar os pais sobre
novas reuniões. Além disso, membros, direção da
escola e equipe pedagógica ficariam à disposição
para tirar dúvidas a qualquer hora do dia.
A participação da instância colegiada foi
decisiva para esclarecer os pais, e eles passaram de
críticos a parceiros. Das 30 crianças do primeiro
ciclo de alfabetização, 25 foram alfabetizadas.
“Também ficou a convicção de que o colegiado não
é um órgão à margem do processo educativo. Pelo
contrário, é um dos atores principais desse
processo”, conclui o relato.”
http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/326
63#:~:text=Eles%20t%C3%AAm%20fun%C3%A7%C
3%B5es%20deliberativas%2C%20consultivas,a%20
dire%C3%A7%C3%A3o%20e%20os%20professores,
ADAPTADO
O relato acima mostra a atuação do órgão colegiado: