A crise da Geografia Tradicional e o movimento de renovação a ela associado começam a se manifestar já em
meados da década de cinquenta e se desenvolvem aceleradamente nos anos posteriores. A década de sessenta
encontra as incertezas e os questionamentos difundidos
por vários pontos.
(MORAES, Antonio Carlos Robert.
Geografia: pequena história crítica. São Paulo, 1985)
Duas vertentes foram responsáveis pela crítica à Geografia tradicional. Uma delas refere-se à