O fenômeno da motivação nas organizações tem merecido diversos estudos, com diferentes abordagens pela literatura. Entre
tais abordagens, podem-se destacar as apresentadas por McGregor, conhecidas como Teoria “X” e Teoria “Y”, as quais
A sustentam que a motivação depende da combinação adequada de medidas de recompensa ou reforço positivo, da
categoria “X”, e também de punições e desincentivos (reforço negativo), inseridos na categoria “Y”.
B afirmam que os componentes da organização se agrupam, espontaneamente, em categorias “X”, naturalmente motivados,
e “Y”, naturalmente reativos e refratários, cabendo ao gestor quebrar essa dinâmica para aumentar a produtividade.
C sustentam que a motivação organizacional nada mais é do que a resultante de dois fatores que devem ser combinados:
fator “X”, consistente em remuneração e benefícios, e fator “Y”, consistente em qualidade de vida no trabalho e clima
organizacional favorável.
D consideram dois fatores básicos para a motivação: os de subsistência, denominados fatores “X”, e os ligados à
autorrealização e reconhecimento social, denominados fatores “Y”.
E se apresentam como concepções extremas da natureza humana em relação ao trabalho: a “X” fundada na crença de que o
indivíduo não gosta do trabalho e o evita; e a “Y”, na visão de que o trabalho é algo natural para o indivíduo.