A Nova História, que se propagou nos meios acadêmicos nos anos
60 e 70, tinha em suas origens duas inspirações básicas – a dos
Annales e a do marxismo. Naquele período, a influência da
Nouvelle Histoire assentava-se principalmente no prestígio então
alcançado pela chamada história quantitativa, ou serial, cujos
êxitos em campos como o da história econômica, social e
demográfica, levavam muitos historiadores crer que aquele era o
caminho rumo a uma História realmente científica.
(FALCON, Francisco José Calazans. Estudos de teoria da História e historiografia:
teoria da História. São Paulo; Hucitec, 2011. p. 62).
Apesar das diferenças entre as três gerações dos Annales, é
possível identificar um chão comum. Para analisar os pontos em
comum que marcam a trajetória da produção historiográfica das
três gerações dos Annales, devemos considerar