Almeida (in Bacich e Moran, 2018) afirma que são muitos os métodos associados às metodologias ativas com
potencial de levar os alunos a aprendizagens por meio
da experiência impulsora do desenvolvimento da autonomia, da aprendizagem e do protagonismo.
Segundo a autora, as metodologias ativas
A requerem o uso das tecnologias digitais e, por esse
motivo, subtraem a mediação docente, conferindo às
tecnologias a função de atuarem como mediadoras
do processo de ensino e aprendizagem.
B rompem com o pensamento da Escola Nova, como o
de John Dewey, pelo afastamento que essas teorias
promovem do conhecimento científico, em nome de
uma exaltação esvaziada dos saberes e interesses
do educando.
C podem ser propostas, entre outras estratégias, por
meio da problematização, da sala de aula invertida,
da aprendizagem por projetos, da criação de jogos,
do design thinkin g e do desenvolvimento do currículo
STEAM.
D permitem que os estudantes façam tarefas idênticas
e aprendam ao mesmo tempo todo o conteúdo, pois
atuam na zona de desenvolvimento real (ZDR) dos
alunos, deixando de atuar na zona de desenvolvimento proximal (ZDP).
E recusam a prova escrita como instrumento de avaliação e colocam o protagonismo do estudante como
um princípio para a aprendizagem, a partir da diminuição da autonomia e relevância do professor.