Após a abolição do tráfico de escravizados, a classe
brasileira rural abastada enfatizava a necessidade de
impedir a posse gratuita das terras pelos menos
favorecidos. A Lei de Terras aparecia agora como
urgente e necessária, não mais dando prioridade à
questão das terras, senão à necessidade de estimular a
reforma agrária e permitir aos imigrantes e
descendentes de escravizados que pudessem assumir
lotes de terras e tornarem-se membros da nobreza.