Os atuais processos de descentralização educacional enfatizam a participação e a autonomia dos/das docentes, enquanto a gerência estratégica regula a produtividade educacional. Nessa conjuntura, a autonomia manifesta a ambiguidade das reformas educacionais, quando:
I. Responsabiliza a escola pelo próprio desempenho acadêmico e possibilita a elaboração do projeto político-pedagógico; II.Limita as orientações pedagógicas e reforça o controle do desempenho escolar; III. Aumenta os investimentos na educação e induz a busca de parcerias para a melhoria da qualidade educacional; IV. Regula o funcionamento da escola, através de metas e de matrizes operacionais, e, justifica a desconcentração financeira, sob o discurso da descentralização financeira.