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Schmenner (1986) propõe a matriz de processos de serviços, que classifica os processos de produção de serviços em:
I - Lojas de serviços: estão classificadas entre os extremos das operações de massa e profissionais. As lojas de serviços profissionais tentam padronizar seus serviços e proporcionar ganhos de escala. Essa flexibilidade pode levar a margens de lucros maiores que nas operações “puramente” profissionais. O grau de interação com o cliente e customização do serviço são altos. Exemplo: serviços de hotéis.
II - Serviços profissionais: são serviços que se baseiam na habilidade ou experiência profissional de um ou mais indivíduos. São altamente especializados e compõem o maior ativo da empresa. Este tipo de serviço exige um alto nível de qualificação de mão de obra. O grau de interação com o cliente, a intensidade de trabalho e a customização do serviço são altos. Exemplo: serviços de cirurgiões.
III - Serviços em massa: são serviços que exibem alto volume de transações por unidade de recurso (funcionário). Apresentam processos padronizados e uso intensivo de sistemas de informação. O grau de interação com o cliente e a customização do serviço são baixos, mas a intensidade de trabalho é alta. Exemplo: serviços de call-center.
IV - Fábrica de serviços: são serviços padronizados, com alto investimento de capital, de maneira semelhante a uma linha de montagem. O grau de intensidade de trabalho, interação com o cliente e customização do serviço é baixo. Exemplo: companhias aéreas.
V - e-commerce: existem dois principais tipos de processos para e-commerce (comércio eletrônico), businessto-consumer (B2C), em que os consumidores compram produtos e serviços de empresas, e business-tobusiness (B2B), em que as empresas compram e vendem entre si. Exemplo: plataforma Mercado Livre.
Assinale a alternativa CORRETA, em que F indica uma afirmação falsa e V indica uma afirmação verdadeira.