Hipertensão Arterial e Insuficiência Renal
Um paciente de 58 anos com histórico de hipertensão
arterial descontrolada é admitido na UTI de Queimadas,
PB, apresentando edema periférico significativo,
hipertensão resistente a múltiplos antihipertensivos e
creatinina sérica elevada. A suspeita é de insuficiência
renal crônica secundária à hipertensão maligna.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A hipertensão arterial maligna é uma emergência
hipertensiva caracterizada por uma elevação abrupta
da pressão arterial associada a lesões em órgãos-alvo,
incluindo insuficiência renal.
2. O tratamento inicial deve incluir infusão intravenosa
de nitroprussiato de sódio para controlar rapidamente a
pressão arterial, prevenindo a progressão do dano
renal.
3. A terapia com inibidores da enzima conversora de
angiotensina (IECA) é contraindicada em pacientes com
hipertensão maligna e insuficiência renal crônica devido
ao risco de hiperpotassemia e piora da função renal.
4. A diálise pode ser indicada em casos de insuficiência
renal aguda secundária à hipertensão maligna,
especialmente quando há sinais de sobrecarga
volumétrica e acidose metabólica refratária.
5. O manejo da hipertensão resistente deve incluir a
avaliação para causas secundárias, como estenose da
artéria renal, feocromocitoma e hiperaldosteronismo
primário.
Alternativas: