“Embalada pelo Plano Estratégico de Desenvolvimento, a
economia brasileira iniciou, em 1968, uma fase de crescimento
vigoroso, que se estendeu e se acelerou até 1973. O ‘milagre’
realizado nesse período foi a combinação desse crescimento com
a redução das taxas de inflação e com a total eliminação dos
déficits do balanço de pagamentos — aliás, convertidos em
superávits.”
(Economia Brasileira Contemporânea, p. 69. Giambiagi et al., 2ª Edição)
Entre os fatores que permitiram esse feito, é possível mencionar: