Um adolescente com paralisia cerebral
espástica, que frequenta uma escola em Queimadas,
PB, apresenta dificuldades na produção de fala devido
à rigidez muscular e à coordenação motora
prejudicada. O fonoaudiólogo deve determinar o plano
de tratamento mais eficaz.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A paralisia cerebral pode afetar os músculos
respiratórios, laríngeos e articulatórios,
comprometendo a produção clara e audível da fala.
2. A intervenção deve incluir exercícios de respiração e
controle postural para apoiar a produção vocal e
melhorar a projeção da voz.
3. O uso de estratégias compensatórias, como a
simplificação da produção linguística e o uso de CAA,
pode ser necessário para maximizar a comunicação.
4. A terapia com estimulação elétrica neuromuscular
(NMES) é amplamente recomendada para todos os
casos de paralisia cerebral com comprometimento
vocal.
5. A terapia deve ser multidisciplinar, envolvendo
fisioterapia e terapia ocupacional para complementar os
objetivos fonoaudiológicos.
Alternativas: