No contexto de uma sociedade caracterizada pela globalização econômica e pela difusão do conhecimento em rede, o papel e a função social da escola, por certo são redimensionados. A centralização do processo pedagógico democrático deve voltar-se para a prática social e para a inclusão. Desse modo, é correto afirmar que o ensino na pedagogia libertadora
A é uma atividade na qual professores e alunos, mediatizados pela realidade, atingem um nível de consciência dessa realidade, a fim de nela atuarem, no sentido de transformação social. Questiona concretamente a realidade das relações do homem com a natureza e com os outros homens, visando a uma transformação.
B deve desenvolver as habilidades físicas e mentais necessárias à inserção dos alunos no mercado de trabalho. Os indivíduos são como as peças da engrenagem funcional da sociedade.
C consiste na preparação intelectual e moral dos alunos para assumirem suas posições na sociedade. O compromisso da escola é com a cultura, os problemas sociais pertencem à sociedade. O caminho cultural em direção ao saber é o mesmo para todos os alunos, basta que se esforcem.
D contribui para a constituição de uma sociedade, cujos membros se aceitem e se respeitem na sua individualidade, independente das diferenças. Nessa perspectiva, cabe à escola suprir as experiências que permitam ao aluno educar-se, num processo ativo de construção e reconstrução do objeto, em uma interação entre estruturas cognitivas do indivíduo e estrutura do ambiente.
E está voltado para modelar o comportamento humano, com ênfase em aspectos voltados para a organização do processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos específicos, úteis e necessários para que os indivíduos se integrem na máquina do sistema social global.