Na avaliação nós não
precisamos julgar, necessitamos isto sim, de diagnosticar, tendo em vista encontrar soluções mais
adequadas e mais satisfatórias para os impasses e
dificuldades. Para isso, não é necessário nem ameaça, nem castigo, mas sim acolhimento e confrontação amorosa (LUCKESI, 2005, p. 33). Nessa perspectiva a avaliação é uma prática que exige: