Todo planejamento educacional, para qualquer sociedade, tem de
responder às marcas e aos valores dessa sociedade. Só assim, é
que pode funcionar o processo educativo, ora como força
estabilizadora, ora como fator de mudança. Às vezes,
preservando determinadas formas de cultura. Outras, interferindo
no processo histórico instrumental.
Paulo Freire. Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez, 2001, p. 10.
A ação de planejar não se reduz ao preenchimento de formulários
para controle administrativo, é, antes, a atividade consciente da
previsão das ações político–pedagógicas, tendo como referência
permanente as situações didáticas concretas (isto é, a
problemática social, econômica, política e cultural) que envolvem
a escola, os professores, os alunos, os pais, a comunidade, que
integram o processo de ensino.
José Carlos Libâneo. Didática. São Paulo: Cortez, 2013, p. 246.
Com base nos trechos, é correto afirmar que, para os dois
autores, o planejamento educacional