Em abril de 2012, o Diretor de Redação de um influente semanário brasileiro publicou suas “reflexões” a respeito dos critérios que norteiam as relações da revista com as suas fontes de informação. O conceito ético, das “reflexões” relacionadas a seguir, que contraria a atividade de gatekeeper é:
A
“O jornalista desta empresa não tem relação de trabalho com, nem presta serviço, ainda que eventual, para qualquer pessoa, empresa ou entidade que seja, ou possa vir a ser, fonte de informação.”
B
“A regra para lidar com gravações ilegais que registraram atividades de cidadãos ou empresas privadas em seus negócios particulares é: descartar sem ouvir ou assistir – ou, alternativamente, entregá-las às autoridades.”
C
“O bom jornalismo é uma atividade de informação mediada. O jornalista não é um mero repassador de declarações. Ele tem o poder discricionário de não publicar uma acusação ou uma ofensa grave.”
D
“A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Entrevistar o papa não nos faz santos. Ter um corrupto como informante não nos corrompe.”
E
“O ensinamento para o bom jornalismo é claro: maus cidadãos podem, em muitos casos, serem portadores de boas informações.”